- Dois casos de hantavírus foram confirmados no Paraná: um homem de 34 anos em Pérola d’Oeste e uma mulher de 28 anos em Ponta Grossa; 11 casos ainda estão sob investigação.
- Os casos no estado envolvem a cepa silvestre do hantavírus, transmitida por roedores, sem evidência de transmissão entre pessoas.
- A confirmação ocorre em meio a contexto internacional de alerta sobre o vírus Andes, ligado a mortes em cruzeiro, mas sem relação com os casos paranaenses.
- Autoridades mantêm o estado sob controle; em 2025, havia apenas um caso registrado.
- O hantavírus é uma zoonose transmitida principalmente pela inalação de partículas de roedores, com maior risco em ambientes fechados e mal ventilados.
Dois casos de hantavírus foram confirmados no Paraná, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Um homem de 34 anos, identificado em abril em Pérola d’Oeste, e uma mulher de 28 anos, com confirmação em fevereiro em Ponta Grossa, integram as ocorrências registradas no estado. Outros 11 casos continuam sendo investigados. As autoridades ressaltam que as infecções são da cepa silvestre, transmitida por roedores, sem evidência de transmissão entre pessoas.
A Sesa informou que não há relação com o surto associado ao vírus Andes, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e relacionado a mortes em cruzeiro. A presença da cepa silvestre indica transmissão local por meio de contato com urina, saliva ou fezes de roedores infectados.
Apesar da repercussão internacional sobre o vírus Andes, autoridades de saúde do Paraná afirmam que o cenário no estado permanece sob controle. Em 2025, até o momento, apenas um caso havia sido registrado.
O hantavírus é uma zoonose viral com transmissão predominante pela inalação de partículas de roedores silvestres, especialmente em ambientes fechados e pouco ventilados. Galpões, silos e depósitos aparecem entre os locais de maior risco de exposição.
Contexto epidemiológico e medidas de prevenção
- Mantêm-se monitoramento de casos suspeitos e investigação de contatos para evitar transmissão.
- Não há indícios de disseminação entre pessoas, conforme a Sesa.
- As autoridades recomendam evitar áreas com fezes ou urina de roedores, usar proteção ao lidar com roedores e ventilar ambientes fechados.
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