- O Home Office lifting da proibição permite que solicitantes de asilo trabalhem no NHS enquanto aguardam a decisão, com as mudanças em vigor a partir de quinta-feira.
- A mudança ocorreu após um desafio no tribunal superior movido por dois médicos especialistas que estavam aptos a atuar no NHS, mas impedidos de trabalhar.
- Quem aguarda 12 meses ou mais pela decisão inicial de asilo passa a poder trabalhar em empregos de nível de graduação no NHS, incluindo médicos e enfermeiros.
- Os médicos envolvidos no caso tinham sido bloqueados, apesar da carência de profissionais, com apoio do REACHE (Centro de Educação para Profissionais de Saúde de Refugiados e Solicitantes de Asilo).
- Um dos médicos disse ter sido recusado em quase cem vagas na lista salarial de imigração antes da mudança; agora ele poderá contribuir com o NHS.
Doctors que aguardam decisões de asilo poderão trabalhar no NHS após mudança de regra anunciada pelo Home Office. A modificação entra em vigor na quinta-feira, conforme comunicado oficial, após contestação judicial de dois médicos especializados.
A mudança permite que pessoas com atraso de 12 meses ou mais na decisão de asilo possam aceitar empregos no NHS em funções graduadas, incluindo médicos e enfermeiros. Anteriormente, o veto limitava áreas de atuação mesmo com qualificação.
Os dois médicos contestaram a política de permissão de trabalho para pessoas em asilo, que restringia tarefas restritas a quem aguardava decisão inicial por mais de 12 meses. Eles recebiam apenas vagas da lista de salários de imigração, sem incluir médicos.
Os profissionais envolvidos já estavam qualificados para o NHS, mas não podiam trabalhar. Um radiologista e uma especialista em neuro-reabilitação hoje podem se candidatar a vagas após a ampliação da lista de oportunidades.
A mudança foi solicitada durante o processo judicial de alto nível e resultou na revisão urgente da política pela Secretaria de Interior. A modificação também permite que outros profissionais de saúde regulados ingressem em empregos no NHS compatíveis com sua formação.
Apoio ao caso chegou de organizações associadas ao NHS, que financiam formação e apoio a profissionais refugiados. Defensores afirmam que a flexibilização ajuda a reduzir lacunas de atendimento e evita desvalorização de profissionais qualificados.
Impacto e próximos passos
Especialistas destacam que a medida pode acelerar o retorno de profissionais ao mercado de trabalho na área de saúde. O NHS recebe estágios de retreinamento para médicos que retornam após períodos longe da prática clínica.
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