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Saúde e gestão local ampliam ações contra chikungunya em Dourados (MS)

Ministério da Saúde e gestão local ampliam ações contra chikungunya em Dourados, com 20 agentes de endemias e reforço da Força Nacional do SUS

Agentes de Combate a Endemias
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  • O Ministério da Saúde autorizou, em caráter emergencial, a contratação de 20 Agentes de Combate a Endemias para Dourados, MS, para ampliar ações de prevenção e enfrentamento da chikungunya.
  • A pasta também está disponibilizando insumos, como larvicidas, e prevê repasse de recursos para fortalecer essas e outras ações no território.
  • Desde 18 de março, a Força Nacional do SUS atua no município em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul, sob coordenação da Sesai, com apoio da Vigilância em Saúde e Ambiente e das gestões estadual e municipal; no domingo (22) já eram 21 profissionais no terreno.
  • Em reunião de 23 entre diretores de hospitais e equipes técnicas, ficou definido ampliar leitos, organizar a regulação assistencial, fortalecer o transporte sanitário e integrar redes pública e privada; o Governo do Estado disponibilizou a estrutura do Hospital Regional e a Santa Casa indicou possibilidade de contratar leitos.
  • Estão em avaliação ações como estações disseminadoras de larvicidas, como parte do controle vetorial, com foco na eliminação de criadouros e na atuação integrada entre município, estado e governo federal; boletim aponta 1.131 notificações, 996 prováveis e 504 confirmados de chikungunya, além de 492 casos em investigação.

O Ministério da Saúde, em parceria com a gestão local, intensifica ações para enfrentar o aumento de casos de chikungunya na região da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul. A medida ocorre em caráter emergencial, com foco na prevenção, atendimento e organização da rede de saúde.

Nessa operação, o governo autorizou a contratação de 20 Agentes de Combate a Endemias (ACE) e disponibilizou insumos, como larvicidas, para ampliar a resposta no território. Há ainda previsão de repasse de recursos para fortalecer essas e outras iniciativas.

Desde 18 de março, a Força Nacional do SUS atua no município em conjunto com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI-MS), sob coordenação da Sesai/MS, com a SVSA e as gestões estadual e municipal. No último domingo, 21 profissionais passaram a atuar diretamente na área.

Ações e integração entre redes

Nesta segunda-feira, 23, diretores de hospitais da região e equipes técnicas realizaram reunião para alinhar a ampliação de leitos, organização da regulação assistencial, fortalecimento do transporte sanitário e integração entre redes pública e privada. O Governo do Estado disponibilizou a estrutura do Hospital Regional; a Santa Casa sinalizou disponibilidade de leitos para contratações conforme necessidade.

Entre as medidas prioritárias estão o mapeamento da capacidade instalada da rede e a organização de fluxos assistenciais para aumentar a resolutividade, diante do aumento da circulação do vírus na região. A coordenação indica que o foco é melhorar a resposta e o atendimento aos pacientes, com atenção especial à população indígena.

Controle vetorial e vigilância epidemiológica

A coordenação de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde ressaltou que estações disseminadoras de larvicidas devem integrar as ações de controle vetorial, conforme avaliação técnica local. A estratégia visa eliminar criadouros e melhorar a atuação conjunta entre município, estado e governo federal.

Dados do boletim epidemiológico apontam 1.131 notificações de chikungunya na região até o momento, com 996 casos prováveis, 504 confirmados e 492 em investigação. Foram realizados 182 atendimentos hospitalares, com 4 internações entre os confirmados. As ocorrências concentram-se em Jaguapiru II, Polo Base Dourados, Missão Caiuá, Bororó II, Ireno Isnard e Jaguapiru I.

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