- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou do Fórum de Mulheres na Saúde no Rio de Janeiro, realizada na quarta-feira, 24, para reforçar que a saúde feminina é prioridade no SUS.
- Os fóruns estaduais integram uma agenda nacional para ampliar a participação social de mulheres na formulação, monitoramento e avaliação de políticas de saúde feminina.
- Entre avanços, Padilha destacou a maior compra mundial do implante anticoncepcional Implanon, distribuído gratuitamente pela rede pública e com custo estimado entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, beneficiando toda a população.
- O ministério sinalizou que o acesso a direitos sexuais e reprodutivos, planejamento familiar e redução da gravidez na adolescência são objetivos, com atuação para incluir feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID).
- Ao longo do país, ações como o Programa Dignidade Menstrual, a Rede Alyne e as Salas Lilás foram apresentadas, além de metas de ampliar o acesso a métodos contraceptivos e realizar o maior mutirão de saúde da mulher no SUS, que atendeu 230 mil pessoas em um fim de semana.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta quarta-feira no Rio de Janeiro do Fórum de Mulheres na Saúde, 3ª edição estadual. O encontro debate políticas públicas voltadas à saúde da mulher, destacando a prioridade no SUS e participação social.
Padilha destacou que fóruns estaduais e nacionais integram ações para ampliar atendimento às necessidades das mulheres. Ele mencionou a importância do enfrentamento à violência doméstica, com notificação compulsória por profissionais de saúde e estudos sobre o feminicídio na CID.
Outra pauta homenageada foi a ampliação de métodos contraceptivos, com a maior compra mundial do Implante anticoncepcional gratuito na rede pública. Segundo o ministro, o benefício deve impactar na redução da gravidez na adolescência e no planejamento familiar.
Eliane Cruz, chefe de gabinete do Ministério, ressaltou que a participação social fortalece a construção das políticas públicas. Ela destacou a importância de espaços de escuta, diálogo e deliberação no fortalecimento do SUS.
As discussões abordaram saúde sexual e reprodutiva, parto e pós-parto, menopausa, menstruação, violência de gênero, saúde mental e prevenção de cânceres femininos. As propostas devem subsidiar próximos encaminhamentos.
Fórum da Mulher na Saúde seguirá para outros estados, conforme o calendário da pasta. A agenda busca levar o debate a mais regiões, respeitando as realidades locais para políticas mais equitativas.
Entre entregas apresentadas, a pasta evidenciou o Programa Dignidade Menstrual, com distribuição gratuita de absorventes a 2,8 milhões de mulheres. Também foram citadas a Rede Alyne, Salas Lilás e ampliação de acesso a métodos contraceptivos.
Além disso, o Ministério relembró ações anunciadas no mês da mulher, como teleatendimento em saúde mental, reconstrução dentária para vítimas de violência e o recente mutirão de saúde da mulher no SUS, que atendeu milhares de pacientes.
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