- Número de casos confirmados de meningite no surto de Kent caiu de 23 para 20; três casos previamente confirmados foram reclassificados após novos testes.
- Casos suspeitos sob investigação também diminuíram, de 11 para nove, totalizando 29 casos, frente a 34 no sábado.
- Nove dos 20 casos confirmados são de meningite B (MenB); todos os pacientes foram hospitalizados.
- Campanha de vacinação continua com mais de 8.000 vacinas MenB e 12.157 antibióticos distribuídos até sábado; há seis clínicas oferecendo tratamento na região.
- Dois estudantes morreram no surto; autoridades permanecem em vigilância e reforçam a importância de procurar atendimento ao apresentar sintomas.
O número de casos confirmados de meningite ligados ao surto em Kent caiu de 23 para 20, informou a UK Health Security Agency (UKHSA) neste domingo. Três casos antes considerados confirmados foram reclassificados após novos testes. O total de casos sob investigação também caiu, de 11 para nove, somando 29 casos, contra 34 no sábado.
Entre os 20 casos confirmados, 19 são de meningite B (MenB) e todos os pacientes foram internados. Enquanto isso, a campanha de vacinação para milhares de jovens em Kent prosseguiu pelo quarto dia, com filas menores em boa parte dos pontos de imunização. O campus da University of Kent, em Canterbury, chegou a registrar quadro sem fila às 10h de domingo.
Avanços no gerenciamento da outbreak
A NHS Kent and Medway informou que, até as 18h de sábado, foram aplicadas mais de 8 mil vacinas MenB e distribuídos 12.157 antibióticos, em seis clínicas distribuídas pelo condado. Estudantes da University of Kent com retorno para casa também puderam acessar vacinas e antibióticos por meio de seus médicos locais.
Os responsáveis ressaltaram que, apesar da queda nos números, a vigilância permanece alta e novas informações podem alterar o quadro conforme avansem os testes laboratoriais. Dois estudantes morreram no surto: uma aluna de 18 anos e uma estudante da universidade não identificada publicamente. Autoridades reforçam a importância de reconhecer sintomas invasivos e buscar atendimento médico imediato.
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