- Brasil acompanha o efeito da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã na distribuição de medicamentos, mantendo a vigilância do cenário.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a situação está controlada no momento e que o ministério monitora o abastecimento.
- Até agora, não houve impacto nos custos logísticos da cadeia de insumos para medicamentos.
- A crise elevou o preço do petróleo, com pico em torno de 120 dólares por barril, o que pode influenciar a indústria farmacêutica e o transporte de insumos.
- Padilha informou ter tratado do tema com autoridades da China e da Índia sobre rotas de entrada de insumos para medicamentos.
O Ministério da Saúde acompanha o possível impacto da guerra no Oriente Médio na distribuição de medicamentos. O monitoramento ocorre durante visita ao Hospital Universitário de Brasília, com o ministro Alexandre Padilha. A avaliação é de que a situação está sob controle.
Durante a visita, Padilha participou de mutirão de exames e cirurgias para mulheres do Sistema Único de Saúde. Ele informou que, até o momento, não houve aumento de custos logísticos decorrentes da guerra.
Desde o início do conflito, no fim de fevereiro, o principal efeito registrado tem sido no abastecimento de petróleo, base da indústria e de insumos. O petróleo atingiu pico próximo de 120 dólares por barril, com volatilidade causada por dificuldades de transporte.
Impacto na cadeia de suprimentos
Padilha afirmou que manteve contatos com autoridades da China e da Índia sobre as rotas de entrada de insumos para medicamentos. Segundo ele, o risco existe caso haja elevação de preços do petróleo ou interrupções no fornecimento de matérias-primas.
Entre na conversa da comunidade