- As autoridades dizem que o surto de meningite em Kent, com 20 casos, está contido e não há transmissão fora da área.
- A bactéria foi identificada como uma cepa conhecida de meningite B, o que favorece a eficácia da vacina MenB.
- Cerca de 5 mil estudantes que vivem nas residências da University of Kent, em Canterbury, receberam a vacina MenB.
- Houve casos em Londres e na França, ambos com visitas a Canterbury antes de adoecer.
- O NHS, UK Health Security Agency e autoridades locais seguem com vacinação, antibióticos e rastreamento de contatos; há discussão sobre ampliar a elegibilidade da MenB para jovens abaixo de dezoito anos.
O surto de meningite em Kent, no sul da Inglaterra, estaria contido, segundo autoridades de saúde. Vinte casos confirmados, todos ligados ao mesmo cluster, não teriam se espalhado para além da área inicial. Não há evidência de transmissão externa até o momento.
A suspeita é de que o agente seja uma cepa conhecida de meningite B. A identificação reforça a compatibilidade com a vacinação já aplicada a estudantes em Canterbury, incluindo milhar de residentes em residências universitárias.
Universidades da cidade confirmaram casos adicionais ligados ao cluster. Um aluno da Canterbury Christ Church University também está entre os casos, com ligação aos locais frequentados pelos 20 casos originais. Equipes de saúde acionaram medidas de proteção.
Ação rápida de UKHSA e autoridades locais envolve vacinações, antibióticos e rastreamento de contatos. O coordenador do esforço ressaltou que não há indicações de casos fora do cluster conhecido. Amostras seguem em análise para confirmar o perfil da doença.
O secretário de Saúde, Wes Streeting, negou desabastecimento de vacinas MenB, apesar de reclamações sobre disponibilidade em farmácias. Um reforço de aquisição está sendo avaliado pela Joint Committee on Vaccination and Immunisation, com decisão a ser baseada em evidências.
O alerta urgente também orienta médicos da Inglaterra a ficarem atentos aos sintomas e a usarem EPI antes de administrar antibióticos. O risco de transmissão é baixo, exigindo contato próximo para ocorrer, como compartilhamento de objetos ou beijos.
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