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Dieta para ansiedade e depressão mudou a vida de Gisele Bündchen, com restrições alimentares

Dieta de três meses para tratar ansiedade e depressão incluiu restrições extremas, como feijão e frutas coloridas, e transformou a saúde da modelo

Gisele Bündchen revelou detalhes impactantes sobre sua batalha contra ansiedade e depressão. Uma dieta rigorosa, com restrições que chegam a surpreender, foi a chave para sua transformação
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  • Em seu livro Nutrir, publicado em 2024, Gisele Bündchen relata que enfrentou ansiedade e depressão e fez uma dieta de três meses para o tratamento.
  • A dieta foi extremamente restritiva, proibindo carboidratos, feijões, leguminosas, laticínios, açúcares, cafeína e álcool; frutas e legumes coloridos também ficaram fora, mantendo apenas verdes.
  • Podiam ser consumidas gorduras boas (azeite extravirgem), oleaginosas (exceto amendoim), verduras verdes e uma porção diária de proteína animal; ela não era vegana naquela época.
  • Caldos, sopas e chás faziam parte do cardápio, e a pipoca foi liberada pelo médico em determinado momento.
  • A modelo afirma que a dieta transformou sua relação com a alimentação, trazendo saúde e clareza; após três meses, houve alterações e passou a comer de forma mais livre, com monitoramento das reações do corpo.

A dieta de Gisele Bündchen, marcada por restrições alimentares, foi apresentada como parte do tratamento de ansiedade e depressão que a modelo enfrentou há cerca de duas décadas. O regime, descrito no livro lançado em 2024, teve papel central na sua recuperação física e mental.

De acordo com o relato, o médico osteopata indicou um plano de três meses, centrado em alimentos anti-inflamatórios de fácil digestão. A dieta, embora determinante, era extremamente rígida e exigia disciplina total da paciente.

Atenção aos detalhes: o cardápio vinha com várias proibições, incluindo grãos, feijões, laticínios, açúcares, cafeína e álcool. Frutas e legumes coloridos ficavam de fora, mantendo apenas verduras verdes como opção permitida.

Entre os componentes permitidos estavam gorduras boas, como azeite extravirgem, oleaginosas (exceto amendoim), verduras em geral e uma porção diária de proteína animal. Caldos, sopas e chás também estavam incluídos no planejamento.

A prática de consumo de pipoca ganhou status de item liberado pela equipe médica, segundo a própria modelo. Com o passar do tempo, o regime deixou de ser tão restritivo, permitindo maior liberdade alimentar conforme o acompanhamento nutricional.

Ao refletir sobre o período, Gisele afirmou que a experiência ajudou a trabalhar a relação com a alimentação e a entender respostas do corpo aos diferentes alimentos. Cerca de vinte anos depois, ela ainda aponta os impactos positivos do que viveu.

A publicação ressalta que a mudança de hábitos não foi apenas uma fase; a modelo descreve como as escolhas conscientes impactaram a saúde a longo prazo. O aviso final é de procurar orientação profissional antes de iniciar qualquer dieta restritiva.

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