- No mês passado, vídeo em Washington mostrou um robô de entrega pedindo para o pedestre apertar o botão de atravessar; o homem filmou e explicou que o robô substitui empregos humanos.
- O vídeo mostra o robô perto de uma faixa de pedestre e o homem recusando-se a ajudar, dizendo que o robô deveria solicitar a função sozinho.
- A gravação viralizou em redes sociais, incluindo X/Twitter, Reddit e Instagram.
- Robôs de entrega estão cada vez mais comuns nas grandes cidades dos EUA, mas enfrentam críticas por bloquear calçadas, já terem causado danos a abrigos de ônibus e dificultar acessibilidade a pessoas em cadeiras de rodas.
- O caso é usado para discutir o futuro do trabalho, em que máquinas poderiam substituir trabalhadores, ainda que dependam de humanos para tarefas básicas.
Um robô de entrega pediu ajuda a um pedestre para acionar o botão de travessia em um cruzamento nos Estados Unidos. O episódio aconteceu no mês passado, em Washington, quando o dispositivo da empresa Mingo ficou parado na calçada próximo a uma faixa de pedestres e solicitou que a pessoa pressionasse o botão para permitir sua passagem. O homem filmou a situação e não atendeu à solicitação, deixando o robô preso no cruzamento.
No vídeo, o homem afirma que o robô está substituindo empregos humanos e recusa pressionar o botão. As imagens mostram a conversa entre o pedestre e o equipamento, com o homem repetidamente negando ajuda ao dispositivo. A duração do registro é de cerca de um minuto.
Robôs de entrega têm ganhado espaço em grandes cidades dos EUA, mas geram controvérsias. Relatos anteriores apontam incidentes como danos a pontos de ônibus, invasão de cenas de crime e obstrução de calçadas, impactando mobilidade de pessoas com deficiência. A discussão envolve desde questões operacionais até impactos no mercado de trabalho.
Contexto da presença de robôs de entrega
- O uso de drones e robôs para entregas tem aumentado em algumas cidades, com operadores e fabricantes defendendo ganhos de eficiência.
- Críticos apontam que, em várias situações, esses dispositivos dependem de apoio humano para tarefas simples, como cruzar ruas em situações de tráfego complexo.
- Autoridades e empresas avaliam medidas de segurança, integração urbana e impactos sociais à medida que a tecnologia avança.
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