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Desenvolvedor defende incentivos para avanço em energias renováveis

Guernsey torna obrigatória a energia renovável em novas edificações, porém demanda incentivos governamentais para evitar o mínimo necessário e ampliar o impacto

PA Media Close-up of a sloped house roof fitted with rows of blue solar panels mounted above brown tiled roofing.
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  • A Guernsey Development and Planning Authority anunciou a medida para tornar obrigatório o uso de energia renovável em novos projetos residenciais e comerciais, incluindo painéis solares.
  • O diretor-executivo da Infinity Group, Paul Nobes, concorda com a decisão, mas defende que o governo ofereça subsídios para evitar que se instale o mínimo necessário para cumprir as exigências.
  • A DPA afirmou ter consultado partes relevantes; o presidente Neil Inder disse que a medida está dentro dos seus poderes. A Política GP9 já incentivava energia renovável, mas não a tornou obrigatória no Island Development Plan.
  • Especialistas discordam sobre a legalidade da mudança unilateral pela DPA fora do processo de revisão; sugerem inclusão na revisão do IDP no outono para debate público.
  • Guernsey Electricity elogiou o anúncio, desde que a implementação não comprometa a estabilidade da rede, com ressalvas sobre impactos de média e custos na construção.

O Development and Planning Authority (DPA) de Guernsey anunciou, na semana passada, que a instalação de energia renovável passa a ser obrigatória em todos os empreendimentos imobiliários novos, incluindo residenciais e comerciais, em Guernsey. A medida visa ampliar o uso de tecnologia como painéis solares, mas deve ser incentivada por meio de ações públicas.

Paul Nobes, diretor-gerente da Infinity Group, disse que a decisão é correta, desde que haja subsídios governamentais que evitem que as empresas instalem apenas o mínimo necessário para cumprir as exigências. Nobes afirmou que a prática já inclui sistemas renováveis na maioria dos empreendimentos da empresa.

Neil Inder, presidente do DPA, explicou que a decisão foi tomada após consulta com diferentes setores e stakeholders do setor. O DPA informou que a política já incentiva o uso de fontes renováveis, mesmo sem tornar a medida formal no Island Development Plan (IDP).

A Infinity Group já integra energia renovável como prática padrão em seus projetos, segundo Nobes, e defende que incentivos financeiros possam ampliar o impacto da medida. A empresa afirma que subsídios para instalação de uma quantidade recomendada de painéis ajudariam a evitar o simples atendimento mínimo às exigências.

Há perguntas sobre a base legal para tornar a obrigatoriedade efetiva. O DPA afirmou que a ação está dentro de seus poderes, mas especialistas jurídicos questionam a unilateralidade do movimento sem revisão formal do IDP. Um consultor legal sugeriu debate público durante a revisão do IDP no outono.

Alex Whitmore, da PF+A, concordou que a ideia partiu de um ponto positivo, mas destacou preocupações sobre a legalidade e a necessidade de um processo de consulta mais claro. Ele afirmou que a medida poderia retardar o progresso caso seja percebida como abrupta.

A Guernsey Electricity acolheu a notícia, ressaltando a importância de gerenciar a integração de renováveis para manter a estabilidade da rede elétrica. A empresa enfatizou a necessidade de conectividade adequada para garantir fornecimento seguro e confiável aos clientes.

Inder reiterou que o governo atuou dentro de suas competências e recebeu apoio de diversas organizações. O dirigente afirmou ter discutido o tema com a Guernsey Building Trades Employers’ Association, apontando alinhamento com o objetivo de ampliar o uso de renováveis.

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