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Ritmo de construção de usina solar deve acelerar

Indústria solar do Reino Unido prevê mais construção em dois mil e vinte e seis, com cerca de vinte e quatro gigawatts de capacidade, quatro GW a mais que o ano anterior, apesar da oposição local

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Alison Taylor from Villages Against the Solar Threat says she will continue to fight against industrial-sized solar during 2026
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  • A indústria de energia solar projeta continuidade de crescimento em 2026, com aumento acelerado na construção de usinas solares em muitos locais e a expectativa de alcançar cerca de 24 gigawatts de capacidade no Reino Unido até o fim do ano, cerca de 4 gigawatts a mais que no ano anterior.
  • O debate sobre grandes usinas solares persiste em comunidades, com preocupações sobre impacto na qualidade de vida e na perda de terras agrícolas valiosas.
  • A definição de projeto de infraestrutura de interesse nacional (NSIP) passou a considerar solar com capacidade superior a 100 megawatts a partir de 31 de dezembro de 2025, alterando o processo de aprovação.
  • Na região de East Yorkshire e Lincolnshire, oito NSIPs solares foram aprovados nos últimos 18 meses, com pelo menos nove outros em planejamento.
  • O governo tende a manter o apoio à energia solar, destacando que é fonte de energia barata e essencial para segurança energética, empregos e crescimento, conforme discurso de o ministro da Energia, Michael Shanks.

O setor de energia solar prevê continuidade do crescimento em 2026, com aumento no ritmo de construção de usinas fotovoltaicas em diversas regiões. Segundo Gareth Simpkins, da Solar Energy UK, a expansão ocorre com velocidade: até o fim do ano, a capacidade de geração deverá chegar a cerca de 24 gigawatts no Reino Unido, four gigawatts a mais do que no ano anterior.

Apesar do desenvolvimento, há forte oposição em algumas comunidades, com preocupações sobre impactos locais. Alison Taylor, do grupo VAST, afirma que moradores podem não estar cientes das mudanças trazidas pela solar, e que a campanha busca informar sobre efeitos na qualidade de vida e na possível perda de terras agrícolas.

Mudanças no marco de planejamento

Até 31 de dezembro de 2025, alterações no planejamento definiram NSIP para projetos acima de 100 MW. Propostas menores continuam com aprovação de conselhos locais, enquanto os grandes projetos são avaliados por um ministro do governo.

Simpkins ressalta que a solar representa a fonte de energia mais econômica disponível no país e contesta a ideia de perda de terras agrícolas, afirmando que faz uso de cerca de 0,1% da superfície britânica.

No entorno de East Yorkshire e Lincolnshire, oito projetos NSIP já foram aprovados nos últimos 18 meses. Além disso, há pelo menos nove usinas NSIP conhecidas em planejamento para a região.

Apesar das preocupações comunitárias, o governo mantém apoio firme à energia solar para o próximo ano. Em outubro de 2025, ao aprovar a Usina Tillbridge, em Lincolnshire, o ministro da Energia, Michael Shanks, destacou a redução de impostos com a queda de preços de gás e o papel da solar na segurança energética, criação de empregos e crescimento.

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