- O deputado federal Guilherme Derrite viajou a El Salvador para apresentar o PL antifacção e avançar na elaboração de um novo parecer da proposta após a retomada de sua relatoria.
- Derrite foi reconduzido ao cargo de relator do PL antifacção e afirmou buscar um texto técnico, consistente e alinhado com estratégias institucionais para enfrentar o crime organizado.
- No evento, ele participa do Seminário de Segurança Estratégica na América Latina, oferecendo a proposta brasileira e debatendo ações contra o crime transfronteiriço; o convite partiu do procurador-geral de El Salvador, Rodolfo Delgado.
- O parlamentar aproveita a ocasião para levar sua experiência como ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, entre 2023 e 2025, quando implementou políticas de enfrentamento ao crime organizado.
- Derrite defende o modelo de segurança de El Salvador, concluindo que medidas semelhantes poderiam ajudar a conter facções no Brasil, como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital; o modelo salvadorenho enfatiza repressão ao crime, prisões ampliadas e atuação das forças de segurança.
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP viajou a El Salvador para apresentar o projeto de lei antifacção e avançar na elaboração de um novo parecer, após a retomada de sua relatoria. A iniciativa integra a agenda de defesa de estratégias de combate ao crime organizado.
Reconduzido à função de relator do PL Antifacção nesta quinta-feira, Derrite afirmou ter recebido a missão com responsabilidade, buscando consolidar um texto técnico alinhado a práticas institucionais para enfrentar facções criminosas.
Durante a viagem, Derrite participa do Seminário de Segurança Estratégica na América Latina, onde apresenta a proposta brasileira e discute ações contra o crime transfronteiriço. O convite partiu do procurador-geral de El Salvador, Rodolfo Delgado.
O deputado também leva ao evento experiência como ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, em parte da gestão de Tarcísio de Freitas, entre 2023 e 2025, período marcado por políticas de enfrentamento direto ao crime organizado.
Segundo a assessoria, Derrite busca conhecer de perto as políticas de segurança públicas do governo salvadorenho para ampliar o intercâmbio de experiências entre os dois países. O objetivo é fortalecer o enfrentamento institucional ao crime.
Derrite tem criticado a forma como o modelo de segurança de El Salvador tem sido aplicado, ao defender que medidas semelhantes poderiam conter facções como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital no Brasil, com base em exemplos de 2019 em diante.
O modelo salvadorenho utiliza ampla repressão ao crime organizado, com prisões ampliadas, construção de grandes unidades prisionais e atuação intensa das forças de segurança, incluindo medidas que flexibilizam garantias legais em nome do combate às organizações.
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