- O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, admitiu ter visitado a ilha de Jeffrey Epstein, em dezembro de 2012.
- Em audiência no Senado, Lutnick disse ter almoçado por cerca de uma hora com Epstein, acompanhado de sua mulher e filhos, durante férias em família.
- Ele afirmou que não teve relação com Epstein desde 2005, cobrindo um intervalo de quatorze anos, apesar de arquivos do Departamento de Justiça trazerem evidências de encontros anteriores.
- A divulgação dos arquivos aumentou a pressão de congressistas para que Lutnick renuncie, com alguns afirmando que ele mentiu sobre a relação.
- O presidente Donald Trump mantém apoio ao secretário, segundo a porta-voz da Casa Branca.
O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, admitiu em audiência no Senado que visitou a ilha do financista Jeffrey Epstein, mas negou vínculos estreitos com o milionário. A declaração ocorre em meio a pressão para sua renúncia após surgir seu nome nos arquivos do caso.
Segundo os documentos, Lutnick visitou a ilha em dezembro de 2012. Na sessão, ele afirmou ter almoçado por cerca de uma hora com Epstein, acompanhado de sua mulher e filhos, durante férias em família. A explicação é de que o encontro não indicaria relação contínua.
Diversos parlamentares questionam a veracidade das declarações anteriores. A pressão para a saída do cargo aumentou, com pedidos de renúncia de deputados democratas e republicanos. O presidente Donald Trump mantém apoio ao secretário, conforme afirmou a Casa Branca.
Reação política
Lutnick disse que, desde 2005, teve pouco contato com Epstein. Ele alegou ter visto apenas funcionários que trabalhavam para o financista durante a visita de 2012. Não houve menção a situações impróprias durante a estada na ilha.
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