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Trump prioriza países com alto gasto militar como clientes de armas americanas

Ordem executiva prioriza países com maior gasto em defesa como clientes, acelerando vendas de armas dos EUA a aliados estratégicos e fortalecendo a produção nacional

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
U.S. President Donald Trump speaks on the day he announced the creation of a critical mineral reserve, in the Oval Office at the White House, February 2, 2026. REUTERS/Evelyn Hockstein
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  • O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que cria a Estratégia de Transferência de Armas “America First”, priorizando clientes dos EUA com maior gasto em defesa e papel estratégico na região.
  • A medida orienta agências federais a priorizar vendas militares externas a parceiros que investem mais em defesa e ocupam áreas geográficas críticas.
  • O objetivo é acelerar a entrega de armas fabricadas nos EUA a aliados considerados essenciais para a segurança regional e expandir a capacidade de produção doméstica.
  • O Secretário de Defesa, o Secretário de Estado e o Secretário de Comércio devem desenvolver um catálogo de plataformas priorizadas e identificar oportunidades de venda alinhadas à estratégia.
  • A ordem também busca simplificar processos burocráticos, com monitoramento de uso final e transferências a terceiros para reduzir atrasos e aumentar transparência.

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que reorienta a lista de clientes de armas americanas, priorizando países com maior gasto em defesa e importância estratégica. O objetivo é acelerar entregas de armas fabricadas nos EUA para aliados considerados essenciais à segurança regional.

A medida cria a chamada “America First Arms Transfer Strategy” e orienta agências federais a priorizar vendas militares externas para parceiros que investem fortemente em defesa. A expectativa é ampliar produção doméstica por meio de compras estrangeiras.

Segundo a Casa Branca, a estratégia busca ampliar a capacidade industrial dos EUA sem comprometer a segurança nacional. A ordem não menciona países específicos.

A ordem atribui aos Secretários de Defesa, Estado e Comércio a tarefa de elaborar um catálogo de plataformas e sistemas priorizados e identificar oportunidades de venda alinhadas aos objetivos. A iniciativa troca o antigo formato de atendimento por ordem de chegada.

A política prevê simplificação de processos burocráticos, com monitoramento de uso final e procedimentos de transferência a terceiros mais eficientes. O governo afirma que o modelo anterior gerava atrasos e gargalos.

A manobra aparece em meio a debates sobre gastos de defesa na região, com o bloco NATO tendo sinalizado metas de gasto de 5% do PIB em 2025. A administração afirma que as exportações fortalecem a segurança nacional e a indústria doméstica.

A Casa Branca sustenta que futuras vendas externas priorizarão interesses americanos, usando compras estrangeiras para ampliar produção interna. O objetivo é aliviar gargalos e manter capacidades estratégicas de defesa.

A Reuters reporta, com base em informações oficiais, que a ordem não detalha países ou números de contratos, mas destaca a intenção de alinhar vendas com prioridades de segurança e revitalização industrial.

Créditos: reportagem de Mike Stone, Costas Pitas e Christian Martinez, com edição de Jasper Ward e David Gregorio.

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