- Nova Zelândia e as Ilhas Cook assinaram uma declaração de defesa e segurança, encerrando um atrito de um ano provocado pelo acordo estratégico das Ilhas Cook com a China.
- Wellington havia suspenso milhões de dólares em ajuda ao território em meio a preocupações sobre os acordos com a China.
- O primeiro-ministro das Ilhas Cook, Mark Brown, disse que o acordo com a Nova Zelândia não afeta o acordo com a China, mas que as relações avançam.
- O ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia, Winston Peters, destacou que o documento define a relação e traz clareza sobre defesa e segurança.
- O governo da Nova Zelândia retomará cerca de NZ$ 29,8 milhões em apoio anual.
NZ e as Ilhas Cook assinaram uma declaração de defesa e segurança, encerrando um conflito diplomático de um ano após a Cook Islands assinar acordo estratégico com a China. O acordo foi fechado após Wellington ter interrompido recursos de ajuda ao território, que é território dependente da Nova Zelândia, mas opera em associação livre desde 1965.
A mudança ocorreu depois de meses de tensão, iniciados quando as Ilhas Cook firmaram acordo com a China envolvendo mineração em águas profundas, cooperação regional e questões econômicas. A Nova Zelândia, maior financiadora, Moveu a suspensão de milhões em ajuda em setembro de 2024, provocando críticas do governo local.
Na visão oficial, o acordo requer boa fé m e consultas regulares sobre defesa e segurança, com o objetivo de esclarecer os contornos da relação entre os dois países. O ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia, Winston Peters, afirmou que o texto estabelece um caminho comum para o futuro, mantendo a soberania da Cook Islands sem relação direta com os acordos com a China.
Segundo o primeiro-ministro das Ilhas Cook, Mark Brown, a declaração representa avanços em segurança regional e proíbe desentendimentos passados de afetarem a cooperação. Peters informou que a Nova Zelândia retomaria cerca de NZ$ 29,8 milhões por ano em apoio financeiro. Brown elogiou a abordagem construtiva nas negociações da declaração.
A assinatura foi descrita como um passo para consolidar a relação especial, sem reabrir questões antigas. Peters ressaltou que o acordo traz clareza para ambos os governos e permite focar no futuro, não no passado. Brown destacou o objetivo de manter a cooperação em defesa e segurança na região.
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