- Lula, na cúpula do G7 na França, pediu que o combate ao crime respeite a soberania dos países e criticou unilateralismo.
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- Disse que o enfrentamento ao crime organizado deve envolver todas as camadas e não apenas a ponta, defendendo cooperação institucional, inclusive por meio da Interpol.
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- Não citou propostas de cooperação com os EUA, mas houve leitura de recado sobre a classificação de facções como terroristas pelo governo de Washington.
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- Criticou protecionismo e desregulamentação, associando neoliberalismo à desigualdade e à crise política.
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- Citou a desigualdade mundial ao falar de Elon Musk, dizendo que o primeiro trilionário é mais rico que 46% dos habitantes do planeta.
O presidente Lula participou da cúpula do G7 na França e pediu que o combate ao crime respeite a soberania dos países, criticando o unilateralismo. Não houve menção direta ao novo tarifaço dos EUA nem ao presidente Donald Trump.
Lula afirmou que o enfrentamento ao crime organizado precisa abranger todas as etapas, não apenas a ponta. Observou que o combate deve incluir lavagem de dinheiro, tráfico de armas e cooperação institucional, com apoio da Interpol para localizar ativos e indivíduos.
O líder brasileiro apontou sensibilidade ao protecionismo e ao unilateralismo como entraves para as políticas públicas. criticou políticas que favorecem desregulamentação de mercados e austeridade fiscal como fins em si mesmos.
Repercussões e tarifas
Lula citou desigualdade econômica ao comentar a concentração de riqueza, citando o empresário Elon Musk como exemplo de disparidade mundial. O objetivo foi destacar a necessidade de reformas financeiras que deem oportunidades aos países em desenvolvimento.
O Itamaraty informou discordância com o relatório do TTR americano sobre tarifas e indicou que pode recorrer à lei de reciprocidade caso novas sobretaxas sejam aplicadas. O governo argumenta que medidas unilaterais prejudicam relações comerciais.
As novas tarifas podem valer a partir de ontem, com impactos potenciais de até 37,5% em alguns produtos brasileiros. O governo brasileiro tem respondido com números sobre avanços no combate ao desmatamento e ao trabalho forçado para rebater as acusações.
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