- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil continuará a apoiar, em conjunto com o México, a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU.
- Lula divulgou a posição em uma rede social neste sábado (28).
- A manifestação ocorre quatro dias após o governo chileno retirar seu apoio à candidatura de Bachelet.
- O Chile é atualmente governado pelo presidente de direita José Antonio Kast.
- Bachelet já foi presidente do Chile em dois mandatos e ocupou cargos na ONU, como comissária para os Direitos Humanos e diretora executiva da ONU Mulheres.
O Brasil anunciou, por meio de postagem em rede social, que seguirá apoiando a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU, em parceria com o México. A comunicação ocorreu neste sábado (28) e reforça o posicionamento do governo brasileiro sobre o tema.
A declaração surge quatro dias após o Chile retirar o apoio à candidatura de Bachelet. Atualmente, o Chile é governado por José Antonio Kast, presidente de direita. O apoio brasileiro mantém o diálogo bilateral em torno da liderança da Organização das Nações Unidas.
Lula descreveu Bachelet como pessoa altamente qualificada, com o melhor currículo para o cargo. Afirmou que a ex-presidente chilena tem credenciais para ser a primeira mulher latino-americana à frente da ONU, ressaltando a promoção da paz e o fortalecimento do multilateralismo.
Conteúdo de carreira da candidata
Bachelet já ocupou a presidência do Chile em dois mandatos e, no plano internacional, atuou como comissária de Direitos Humanos da ONU e como diretora-executiva da ONU Mulheres. Essas experiências são citadas como fundamentos para sua candidatura.
Contexto diplomático
A posição do Brasil é de manter apoio conjunto com o México, em meio a mudanças no cenário regional. A cooperação entre Brasil, México e Bachelet ocorre em um momento de tensão entre países latino-americanos e a agenda de desenvolvimento sustentável no centro das tratativas internacionais.
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