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Governo Lula cancela visto de Darren Beattie, assessor de Trump

Governo cancela visto de Darren Beattie, assessor de Trump, que pretendia vir ao Brasil para encontros com Bolsonaro, sob decisão de Moraes

Este é Darren Beattie - Gage Skidmore/Wikimedia Commons
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  • O Ministério das Relações Exteriores cancelou o visto concedido a Darren Beattie, assessor do governo dos Estados Unidos, impedindo sua vinda ao Brasil.
  • A visita estava marcada para a próxima semana, com Beattie buscando reunião com o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ter proibido a entrada de Beattie, condicionando a autorização à revogação de sanções contra o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
  • O ministro Alexandre de Moraes alegou que Beattie não informou qualquer previsão de encontro com Bolsonaro e que a visita não estava inserida no contexto diplomático que autorizou o visto.
  • A Embaixada dos Estados Unidos pediu datas para reuniões com o Itamaraty, mas nenhuma reunião foi confirmada até o momento.

O Ministério das Relações Exteriores cancelou o visto concedido a Darren Beattie, assessor de políticas de Donald Trump para o Brasil, impedindo sua vinda ao país. A visita estava prevista para a próxima semana, com Beattie buscando encontrar Jair Bolsonaro na prisão.

Beattie havia sido autorizado a vir ao Brasil para participar de uma conferência sobre minerais críticos e manter encontros com representantes do governo brasileiro. A liberação, porém, não chegou a ser consolidada devido à decisão de Moraes.

O presidente Lula afirmou, durante evento no Rio de Janeiro, que não permitiria a entrada do assessor até que sanções contra o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fossem revogadas. Padilha e familiares têm vistos suspensos nos EUA desde agosto de 2025.

Contexto diplomático

Moraes explicou que Beattie não informou previamente a autorização de se encontrar com Bolsonaro, o que motivou a negação do ingresso. O Itamaraty destacou que as agendas da embaixada dos EUA não estavam confirmadas e que eventual reunião poderia configurar ingerência.

Mauro Vieira, chanceler, informou que a Embaixada dos EUA comunicou interesse em encontros com o Ministério das Relações Exteriores apenas na quarta-feira 11, após a defesa de Bolsonaro solicitar aval ao STF. Não há confirmação de datas.

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