- O ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Noel Barrot, ligou para o homólogo chinês, Wang Yi, para tratar da guerra no Irã.
- Ambos concordaram em trabalhar pela desescalada do conflito e buscar uma solução política que garanta segurança coletiva e respeite as aspirações do povo iraniano.
- Barrot reiterou a responsabilidade do regime iraniano pela escalada, após ataques a vários países da região.
- Ele também criticou o Irã por não cumprir as resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre programas nucleares, atividades balísticas e apoio a grupos armados, além de rejeitar negociações multilaterais de boa-fé.
- Barrot enfatizou que a França não participou das ações dos Estados Unidos e de Israel e não tinha conhecimento prévio, destacando a prioridade de soluções via instituições internacionais; os dois ministros manterão o diálogo aberto.
O ministro dos Relações Exteriores da França, Jean‑Noël Barrot, manteve nesta segunda-feira uma conversa com o homólogo chinês Wang Yi para discutir a guerra no Irã. Os dois concordaram em atuar pela desescalada do conflito.
Eles firmaram o compromisso de buscar uma solução política que garanta segurança coletiva e leve em conta as aspirações do povo iraniano, segundo o gabinete de Barrot.
Barrot atribuiu ao regime iraniano a responsabilidade pela escalada, afirmando que o país atacou várias nações da região de forma injustificada. Também criticou o não cumprimento de resoluções da ONU sobre nuclear, atividades balísticas e apoio a grupos armados não estatais.
O ministro reiterou que a França não esteve envolvida nas ações dos Estados Unidos e de Israel e que não tinha conhecimento prévio delas. Ele ressaltou a necessidade de priorizar instituições internacionais para resolver disputas, incluindo o uso da força quando necessário.
Diálogo franco-chinês sobre Irã
Entre os pontos, ficou acordado manter o diálogo aberto para acompanhar a situação e avaliar novas medidas que contribuam para a estabilidade regional, sem esclarecimentos adicionais no momento.
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