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Trump e Netanyahu dizem que EUA pressionar Irã para reduzir petróleo à China

Trump e Netanyahu concordaram em pressionar o Irã a reduzir exportações de petróleo para a China, segundo Axios; China representa mais de oitenta por cento das exportações iranianas

U.S. President Donald Trump points his finger towards Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu as they shake hands during a press conference after meeting at Trump’s Mar-a-Lago club in Palm Beach, Florida, U.S., December 29, 2025.
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  • Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, concordaram que os EUA pressionarão o Irã para reduzir as exportações de petróleo para a China, segundo Axios citando duas fontes oficiais dos EUA.
  • Axios afirmou que houve acordo de agir com máxima pressão contra o Irã, especialmente quanto às vendas de petróleo à China.
  • A China responde por mais de 80% das exportações de petróleo do Irã, e qualquer redução nesse comércio reduziria a receita iraniana.
  • Diplomatas dos EUA e do Irã realizaram conversas nucleares mediadas pelo Omã na semana passada, na tentativa de reacender o diálogo.
  • Os EUA posicionaram uma flotilha naval na região enquanto se avalia a possibilidade de operações prolongadas contra o Irã.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, concordaram, em reunião na Casa Branca nesta quarta-feira, que os EUA devem pressionar para reduzir as exportações de petróleo do Irã para a China. A informação foi divulgada pela Axios, citando dois altos funcionários dos EUA.

Segundo a Axios, o acordo prevê o uso de toda a força do que chamou de pressão máxima contra o Irã, com foco específico em as vendas de petróleo iraniano para a China. A reportagem não detalha prazos ou instrumentos de política.

A China responde por mais de 80% das exportações de petróleo do Irã, segundo análises do setor. Assim, qualquer recuo nesse comércio tende a reduzir as receitas iranianas e impactar suas finanças públicas.

Diplomatas dos EUA e do Irã realizaram conversas nucleares na semana passada, mediadas por Omã, na tentativa de reacender o diálogo diplomático. A iniciativa ocorre após o posicionamento naval dos EUA na região, sinalizando preparação para ações prolongadas.

As negociações ocorrem em meio a avanços e incertezas na diplomacia regional. Washington tem mantido a pressão sobre o Irã, enquanto avalia opções militares caso a diplomacia não avance. As informações foram veiculadas pela Axios com base em fontes oficiais.

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