- EUA enviam o segundo porta-aviões para o Oriente Médio em meio a tensões com o Irã; o USS Gerald R. Ford e escortas partem do Caribe.
- A informação foi publicada pelo New York Times, que citou funcionários dos EUA; ainda não houve comentário imediato da Casa Branca ou do Pentágono.
- Anteriormente, o presidente Donald Trump disse que considerava enviar mais um porta-aviões caso não haja acordo com o Irã.
- O primeiro porta-aviões a chegar à região foi o USS Abraham Lincoln, acompanhado de destróieres de missiles guiados, em janeiro.
- Trump afirmou que é necessário fechar um acordo com o Irã e sugeriu que isso pode ocorrer no próximo mês; o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse esperar que haja condições para um acordo que evite ação militar.
O contratorpedeiro USS Gerald R. Ford, acompanhado por navios de escolta, será enviado ao Oriente Médio pelos EUA, diante de tensões com o Irã. A notícia foi reportada por veículos de imprensa dos EUA, citando autoridades norte-americanas.
Segundo o New York Times, que divulgou a informação, a decisão envolve deslocar a frota do Caribe para o Oriente Médio. O Governo dos EUA não respondeu de imediato a pedidos de comentário fora do horário comercial.
A ação ocorre após o envio do USS Abraham Lincoln, com destróieres de mísseis guiados, que já chegou à região em janeiro. O primeiro porta-aviões chegou acompanhado de outras embarcações, aumentando a presença militar.
O despacho de uma segunda aeronave de escolta ocorre num contexto de negociações com o Irã. Autoridades indicaram que o objetivo é manter pressão e ampliar opções diplomáticas, caso haja acordo nas próximas semanas.
O presidente Donald Trump mencionou, ainda na semana, a possibilidade de enviar uma segunda aeronave à região se não houver acordo com o Irã. A Casa Branca não comentou o novo movimento imediatamente.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sugeriu que uma aproximação poderia evitar ações militares, ao comentar a estratégia norte-americana. As autoridades destacam que a operação foca em dissuasão e estabilidade regional.
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