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Morgan McSweeney deixa cargo após escândalo Mandelson-Epstein, jornais

A renúncia de Morgan McSweeney aumenta a pressão sobre o primeiro-ministro Keir Starmer, expondo o governo e ampliando os dilemas eleitorais

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
UK press covers the resignation of Morgan McSweeney who has resigned as Keir Starmer’s chief of staff after coming under fire in the scandal linking Lord Peter Mandelson with Jeffrey Epstein. Composite: The Times, The Guardian, Financial Times, The Daily Telegraph, The Daily Express, Daily Mail, Mirror and i Paper
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  • Morgan McSweeney, chefe de gabinete de Keir Starmer, renunciou após a controvérsia envolvendo a nomeação de Peter Mandelson como embaixador em Washington, admitindo que a decisão de aconselhar a indicação foi “errada”.
  • A saída deixa o premiê sob pressão em meio a desafios políticos e eleitorais, incluindo as byelections de Gorton e Denton.
  • A imprensa britânica destacou que a renúncia pode não ser suficiente para salvar o mandato de Starmer, com diferentes tiragens sugerindo crise de liderança em curso.
  • Vidhya Alakeson e Jill Cuthbertson teriam sido indicadas como chefes de gabinete interinos após a saída de McSweeney.
  • A cobertura ressalta tensões internas no Partido Trabalhista e o risco de mudança de direção política, com especulações sobre o que vem a seguir para Starmer.

Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, apresentou a demissão em meio aos desdobramentos do caso Mandelson-Epstein. McSweeney admitiu que a decisão de sugerir a nomeação de Peter Mandelson como embaixador em Washington foi inadequada e assumiu total responsabilidade pela orientação dada ao premiê.

A saída ocorre em um momento de turbulência para o governo, com Starmer sob pressão em vários fronts, incluindo a preparação para uma série de desafios políticos e eleitorais. A reportagem aponta que a renúncia expõe ainda mais o premiê a críticas internas e públicas, enquanto analistas discutem o impacto na governabilidade.

A imprensa revela que McSweeney comunicou a Starmer na noite de domingo e que deixou claro ter se arrependido da indicação. O episódio intensifica a avaliação de líderes dentro do Partido Trabalhista sobre a direção política e possíveis reações internas nos próximos dias.

Repercussões para a liderança

O Telegraph indica que a saída não deve, por si só, salvar a premiê; fontes indicam que outros pressionavam pela decisão. O Times menciona que o afastamento pode antecipar mudanças estratégicas no comando do governo. Líderes de oposição e destacados membros do partido discutem o que vem a seguir para Starmer.

Segundo o i Paper, a crise de liderança está em curso e há relatos de debates sobre substituições no alto escalão. O Mirror, ao dizer “Blame me”, foca na responsabilização de McSweeney e na percepção de um foco de crise interna. A cobertura enfatiza o escrutínio público e o peso político que recai sobre o premiê.

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