- EUA, Ucrânia e aliados europeus realizaram reuniões em Berlim sobre garantias de segurança e um possível acordo de paz com a Rússia; houve uma declaração conjunta europeia destacando garantias robustas e apoio econômico.
- Kyiv deseja que tropas da OTAN atuem como gatilho de dissuasão; a alternativa discutida é a presença de tropas de países europeus da OTAN no território ucraniano para defender o país.
- Os EUA exploram transformar territórios ocupados em zonas econômicas, mas Kyiv não aceita ceder soberania sobre essas áreas.
- Ainda sem consenso, questões mais difíceis permanecem sem solução, incluindo a participação de tropas e o delineamento de fronteiras.
- A diplomacia segue em movimento: os negociadores dos EUA devem levar as propostas de volta aos russos, sem garantia de assinatura de um acordo neste momento.
O governo dos EUA realizou, em Berlim, reuniões com líderes ucranianos e europeus para discutir um possível acordo de paz com a Rússia, com foco em garantias de segurança para Kyiv. As conversas buscaram sintetizar propostas que pudessem sustentar um eventual cessar-fogo e recuperação econômica.
Participaram do encontro autoridades dos EUA, da Ucrânia e de países europeus, incluindo líderes de Reino Unido, França, Alemanha e Itália. O objetivo era definir garantias robustas que assegurem a integridade territorial da Ucrânia e o suporte econômico pós-conflito.
As negociações ocorreram em Berlim após semanas de diplomacia de vaivém, com a parte ucraniana buscando garantias que dissuadam novas agressões. O grupo discutiu a possibilidade de zonas econômicas em territórios ocupados como forma de facilitar um acordo.
Contexto atual
Ainda não há definição sobre a assinatura de um acordo. A diplomacia envolve, de um lado, Kyiv e seus aliados europeus; de outro, Moscou, que não confirmou nenhum compromisso formal. O sossego militar depende de avanços nas questões centrais.
Propostas e dificuldades
A ideia de transformar territórios ocupados em zonas econômicas foi explorada pelos EUA, mas Kyiv rejeita ceder soberania. As partes ainda não chegaram a consenso sobre participação de tropas da OTAN ou fronteiras futuras.
Perspectivas
A negociação continua em ritmo de vaivém entre Kyiv, UE e Rússia. Fontes oficiais indicam avanços parciais, com afirmações de que se busca um acordo com garantias de segurança, porém com questões sensíveis ainda sem solução.
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