- Alexandria Ocasio-Cortez afirmou, na Conferência de Segurança de Munique, que Donald Trump está desmontando a aliança transatlântica com a Europa e buscando uma “era de autoritarismo”.
- Ela disse que Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, estariam querendo retirar os Estados Unidos do mundo para abrir espaço a um novo eixo global, com Trump controlando a América do Norte e o Caribe.
- A congressista criticou várias ações da gestão americana, incluindo a prisão de Nicolás Maduro na Venezuela, ameaças de anexar a Groenlândia e o apoio dos EUA à guerra de Israel contra Gaza.
- Ocasio-Cortez também defendeu uma política externa de esquerda, baseada em regras, e criticou o Nafta, defendendo uma visão que privilegie a classe trabalhadora.
- Ela ressaltou que a desigualdade econômica favorece o surgimento de autoritarismo e populismo de direita, mantendo o tom de oposição às políticas atuais dos EUA durante o evento.
Aoc acusa Trump de abrir uma época de autoritarismo e de romper a aliança transatlântica durante a Munich Security Conference. A congressista dos EUA afirmou diante de autoridades de segurança europeias que a atual política externa busca afastar os EUA do mundo, favorecendo um regime autoritário.
Ela criticou a gestão de Trump, incluindo o apoio à retirada dos EUA de acordos globais, a agressiva linha contra a Venezuela e a ameaça de anexar a Groenlândia. Também citou a pressão sobre aliados e o risco de militarização do relacionamento transatlântico.
Durante o painel, Ocasio-Cortez descreveu uma alternativa de política externa de esquerda, defendendo uma ordem baseada em regras e maior proteção ao trabalhador. A congressista enfatizou que a desigualdade econômica global alimenta instabilidade política e autoritarismo.
Contexto e participação
A líder progressista viajou a Munique para falar em meio a um grupo de legisladores europeus e latino-americanos. Ocasio-Cortez cobrou mudanças na presença militar dos EUA e criticou ações recentes da administração de Donald Trump, citando exemplos como a drástica postura em relação a aliados e parceiros.
Ela alegou que o governo americano está desmantelando a parceria transatlântica, destacando a importância de reverter políticas que, segundo ela, prejudicam a cooperação internacional e fortalecem o risco de conflitos regionais.
Atuação no evento e impactos
A participação ocorre durante uma semana marcada por dúvidas de viés político no Congresso. A congressista também participou de debates sobre o futuro da política externa, destacando a necessidade de diálogo multilateral sem hipocrisias.
Entre na conversa da comunidade