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China oferece ajuda a Cuba diante da escassez de combustível para aviões

China oferece apoio a Cuba em meio à escassez de combustível de jato; governo chinês afirma que não houve cidadãos presos e reafirma cooperação

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Chinese Foreign Ministry spokesperson Lin Jian attends a press conference in Beijing
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  • O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que não houve relatos de cidadãos chineses ficando presos em Cuba devido à suspensão de voos por falta de combustível para jatos.
  • A suspensão de voos ocorreu em meio à escassez de combustível para jatos em Cuba e ao bloqueio dos EUA de remessas da Venezuela.
  • O porta-voz Lin Jian disse que a China apoia a soberania e a segurança de Cuba e se opõe a interferência de fora.
  • Pequim informou que fornecerá apoio e ajuda à parte cubana dentro de suas capacidades.
  • A declaração foi feita em coletiva regular de imprensa, com reportagem de Colleen Howe e edição de Christopher Cushing.

O Ministério das Relações Exteriores da China informou nesta terça-feira que não há relatos de cidadãos chineses ficando retidos em Cuba devido à suspensão de voos por parte das companhias aéreas, causadas pela escassez de combustível para jatos. A afirmação foi feita em uma coletiva regular de imprensa.

Segundo a pasta, o governo chinês mantém apoio à Cuba para a proteção de sua soberania e segurança, e se opõe a interferências externas. O porta-voz Lin Jian observou que a China fará o possível para apoiar o lado cubano.

A avaliação oficial ocorre no contexto de cortes de abastecimento de combustível para aeronaves em Cuba, que afetaram operações de voos. Não foram apresentadas informações adicionais sobre impactos específicos para empresas ou itinerários.

Anúncio de apoio chinês foi divulgado após questionamentos sobre como a situação afeta viagens e remessas entre os dois países. A delegação chinesa não detalhou medidas concretas ou cronogramas de ajuda.

As informações são baseadas em declaração do Ministério das Relações Exteriores da China e foram divulgadas pela Thomson Reuters. O relatório também cita o repórter Colleen Howe e a edição de Christopher Cushing.

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