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EUA condenam expulsão de diplomata israelense pela África do Sul

EUA denunciam expulsão do diplomata-chefe de Israel pela África do Sul, afirmando que politica de ressentimento prejudica relações bilaterais

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • O governo dos Estados Unidos condenou a decisão da África do Sul de expulsar o principal diplomata de Israel, chamando de prioridade de “política de queixas” no país.
  • A embaixada sul-africana em Washington não comentou o episódio de imediato.
  • Na última sexta-feira, a África do Sul declarou persona non grata o diplomata-chefe da embaixada de Israel e lhe deu 72 horas para deixar o país.
  • Israel respondeu expulsando o representante sênior da África do Sul em seu território.
  • O atrito decorre, em parte, da ação da África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça, em 2024, ao apresentar um caso de genocídio contra Israel pela ofensiva em Gaza.

O governo dos Estados Unidos condenou a decisão da África do Sul de expulsar o diplomata de maior posto de Israel, tomada na semana passada. O porta-voz do Departamento de Estado afirmou que a medida valoriza a política de queixas em detrimento do bem-estar do país africano e de seus cidadãos. A embaixada sul-africana em Washington não comentou oficialmente.

Na última sexta-feira, Pretória declarou persona non grata o chefe da missão israelense no país e ordenou sua saída em 72 horas. A acusação é de violações diplomáticas graves, incluindo insultos ao presidente da África do Sul.

Em resposta, Israel expulsou o representante sênior da África do Sul em seu território. As relações entre os dois países estão tensas desde 2024, quando a África do Sul levou a questão de um alegado genocídio ao tribunal da Corte Internacional de Justiça.

Contexto relacionado

Grupos de direitos humanos e especialistas têm questionado o volume e a natureza das ações de Israel em Gaza, e algumas organizações classificam o conflito como genocídio. Israel sustenta que suas ações são de autodefesa após um ataque do Hamas em outubro de 2023.

A disputa diplomática também impacta o cenário político americano, com ataques de ex-presidente Donald Trump a Pretória, incluindo sanções comerciais e uma ordem executiva que envolve financiamento dos EUA.

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