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É assim que fazemos: o vínculo entre parceiros é o foco, em diversas atividades

Dan, 44, e Zoe, 47, mantêm o vínculo ao explorar novas práticas sexuais, mesmo com a rotina de três filhos e a vida familiar ilustrando mudança de hábitos

Illustration of a man and woman joined together by a bondage mask
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  • Dan, de 44 anos, e Zoe, de 47, se conheceram em um trem há vinte anos e têm três filhos.
  • O casal, que leva uma vida discreta, começou a testar novas experiências sexuais no último ano, mantendo a relação como prioridade.
  • Eles passaram a alugar uma sala em um sex dungeon local periodicamente, antes de cada sessão conversando com a recepcionista e mantendo o ambiente privado.
  • Dan fala que a prática de pegging é uma forma de compartilhar vulnerabilidade e intimidade, superando preconceitos do ambiente de trabalho.
  • Zoe diz que a prática não a faz perder a feminilidade, ressaltando confiança mútua, desejo e a continuidade de explorar novidades juntos.

Dan e Zoe, casal de longa data, mantêm a relação aberta a novas experiências. O relato, publicado pelo Guardian, acompanha o interesse contínuo do casal por explorar a intimidade de forma consensual e segura. A história começa com o encontro em um trem e se estende por vinte anos e três filhos.

Ao longo dos anos, a conexão intelectual foi moldando a relação, que hoje inclui espaços para a prática de sexo fora de casa. O casal passou a dividir o tempo entre a vida familiar e momentos em uma suíte de um dungeon local, onde discutem previamente temas como conforto, limites e atividades preferidas.

A rotina do casal envolve conversas, chá com a recepcionista e a entrada em uma sala com o vestuário característico do espaço. Em vez de estimular curiosidade externa, a narrativa foca no laço afetivo e na busca por intimidade, mantendo o ambiente discreto e desprovido de surpresas indesejadas.

Dan, 44, descreve a prática de pegagem como uma forma de expressar vulnerabilidade. Ele relata que, em um ambiente predominantemente masculino, o ato oferece uma nova dimensão de intimidade com Zoe. A atividade é apresentada como consensual, com foco na confiança mútua e no prazer compartilhado.

O relato de Zoe, 47, enfatiza a percepção de identidade e feminilidade durante as práticas. Ela descreve a experiência como uma expressão de parceria, não de dominação, destacando a conexão emocional que sustenta o relacionamento. Zoe ressalta a importância da confiança e da reciprocidade entre eles.

O casal afirma que a vida íntima continua evoluindo com o tempo, mantendo a ideia de que o relacionamento é uma parceria sólida. Eles descrevem a prática como algo que fortalece o vínculo entre ambos, independentemente das mudanças observadas no dia a dia familiar. A reportagem mantém o tom neutro, sem julgamentos ou opiniões pessoais.

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