- As reformas do premiê de NSW podem ampliar os poderes da polícia para revogar licenças de arma com base em avaliações de risco de agências de inteligência.
- A ideia central é permitir que a polícia rejeite uma licença caso haja risco à segurança identificado por essas fontes de inteligência.
- O foco fica na avaliação de risco, com maior peso para informações de inteligência.
- A medida faz parte de debates sobre reformas para restrições de armas na região de New South Wales, na Austrália.
- Não há data exata de implementação divulgada até o momento.
O governo de New South Wales avalia ampliar o poder policial para cancelar licenças de armas com base em avaliações de risco feitas por agências de inteligência. A medida faz parte de reformas lideradas pelo premier local, ainda em discussão entre autoridades e parlamentares.
Segundo fontes oficiais, a polícia poderia rejeitar uma licença de arma caso as informações de inteligência indiquem que a pessoa representa risco à segurança pública. A mudança priorizaria a avaliação de risco em decisões de licenciamento.
A proposta surge no contexto de debates sobre segurança e controle de armamentos, com foco em prevenir incidentes antes que ocorram. Autoridades afirmam tratar-se de mecanismo preventivo, sem detalhar critérios operacionais.
A pauta envolve autoridades de NSW e equipes de inteligência, cujas análises serviriam como base para a decisão policial. Ainda não há data definida para votação ou implementação da reforma.
Quando questionados sobre impactos, especialistas destacam necessidade de salvaguardas judiciais e de transparência nos critérios usados para evitar abusos. O tema permanece em avaliação pelos legisladores.
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