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ING Deutschland abre acesso varejista a ETNs ligados a criptomoedas

ING Deutschland amplia acesso a ETNs vinculados a criptomoedas para varejo, expondo clientes a Bitcoin, Ethereum e Solana via corretora, com riscos e regime fiscal alemão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
German Bank ING Deutschland Opens Retail Access to Crypto-Linked ETNs
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  • ING Deutschland abriu acesso varejo a notes negociáveis (ETNs) vinculados a criptomoedas, permitindo exposição a Bitcoin, Ethereum e Solana pela plataforma de valores.
  • Os ETNs são emitidos por fornecedores como 21Shares, Bitwise e VanEck e acompanham o desempenho das moedas, sendo negociados em bolsas regulamentadas via serviço Direct Depot.
  • Os produtos ficam sob a infraestrutura de custódia tradicional, sem necessidade de carteiras próprias, chaves privadas ou contas cripto separadas.
  • A oferta segue o marco fiscal alemão para investimentos em cripto, com ganhos de capital potencialmente isentos se a posição for mantida por mais de um ano.
  • A iniciativa faz parte da expansão da ING em ativos digitais e ocorre em meio ao avanço regulatório da União Europeia com o MiCA, que molda produtos de ativos digitais e está a estimular moedas estáveis denominadas em euro.

ING Deutschland amplia acesso a ativos digitais para clientes de varejo com ETNs lastreados em criptomoedas

A ING Deutschland abriu ao varejo o acesso a notas negociadas em bolsa (ETNs) vinculadas a criptomoedas. Os produtos permitem exposição a Bitcoin, Ethereum e Solana por meio da plataforma de valores mobiliários da instituição. Os ETNs são fisicamente lastreados por provedores como 21Shares, Bitwise e VanEck.

Os títulos são negociados em bolsa regulamentada via o serviço Direct Depot da ING, integrando a exposição a criptomoedas a uma carteira tradicional. A divulgação destaca que os clientes não precisam gerenciar carteiras de terceiros nem chaves privadas.

Riscos e cenário regulatório

A ING informou que a oferta reduz barreiras para investidores, mantendo custody dentro da infraestrutura bancária existente. Os ETNs são custodialmente integrados às carteiras já possuídas pelos clientes e submetidos ao regime fiscal alemão aplicável a investimentos em criptomoedas.

Ainda assim, a instituição ressalta riscos relevantes, como alta volatilidade de preços, possível perda total em caso de insolvência do emissor, liquidez restrita, manipulação de mercado e incerteza regulatória. Em material educativo, as criptomoedas são descritas como ativos especulativos.

Contexto: expansão de ativos digitais pela ING

A iniciativa representa mais um passo da instituição no andamento de fintechs e ativos digitais na Europa. Em 2026, o banco também participa de um consórcio europeu voltado a uma stablecoin lastreada no euro, com vistas a estabelecer padrão de pagamento confiável na região.

Mercado e MiCA

O movimento ocorre em meio à Vorbereitung do marco regulatório MiCA, que impõe requisitos de licença, reservas e supervisão para ativos digitais no bloco. A expectativa é de maiores ofertas reguladas de criptoativos por bancos europeus com base na nova infraestrutura regulatória.

Colaboração com o setor

A ING não é a única instituição a explorar moedas estáveis lastreadas em euro. Société Générale já lançou uma stablecoin europeia por meio da SG FORGE, e analistas apontam que MiCA tem impulsionado ofertas reguladas, incluindo iniciativas como EURC.

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