Em Alta NotíciasAcontecimentos internacionaisFutebolConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Leis de IA da Coreia do Sul enfrentam resistência.

Lei sul-coreana de IA, descrita como pioneira, enfrenta resistência de startups e grupos civis; exige marcas visíveis em deepfakes, avaliações de risco e multas de até 30 milhões de won

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
South Korea has launched what it calls ‘world-first’ laws aimed at regulating artificial intelligence.
0:00
Carregando...
0:00
  • O AI Basic Act sul-coreano entrou em vigor na semana passada, impondo regras para serviços de IA e exigindo rotulagem de conteúdos gerados por IA.
  • Entre as medidas, há marcas d’água invisíveis para outputs artificiais e rótulos visíveis para deepfakes realistas; sistemas de alto impacto precisam de avaliações de risco e documentação de decisões.
  • Modelos extremamente poderosos devem apresentar relatórios de segurança, mas o patamar é tão alto que autoridades reconhecem que nenhum modelo mundial o atende atualmente.
  • Empresas de tecnologia e grupos da sociedade civil criticaram a lei: startups dizem que ela vai longe demais, enquanto organizações civis afirmam que não protege suficientemente as pessoas.
  • A Coreia do Sul busca ser uma das três maiores potências em IA, adotando um modelo mais flexível e baseado em princípios, com o governo ressaltando que a lei foca mais em promover a indústria do que restringi-la.

South Korea lançou o que é apresentado como o conjunto mais abrangente de leis de IA já criado, para regular serviços de IA e conteúdos gerados por máquinas. Aprovada recentemente, a legislação já enfrenta críticas de startups e da sociedade civil.

As regras incluem marcações digitais invisíveis em saídas artificiais, como desenhos e obras, e rótulos visíveis para deepfakes realistas. Além disso, sistemas de alto impacto devem passar por avaliações de risco e documentação de decisões.

Quem está envolvido envolve governos, empresas de tecnologia, startups locais e organizações civis. O objetivo é criar um ecossistema de IA seguro, ao mesmo tempo em que incentiva a indústria tecnológica.

Quando e onde: a lei entrou em vigor na semana passada, na Coreia do Sul, com possibilidade de um período de graça de pelo menos um ano antes de quaisquer multas. O país busca se tornar modelo para outras nações.

Por quê: o governo afirma que a norma equilibra promoção da indústria e proteção de cidadãos, mas críticos apontam falhas na proteção de pessoas afetadas por IA e na regulamentação de modelos estrangeiros.

Desafios e críticas

Startups locais dizem que as regras vão além do necessário, impondo custos e complexidade. Uma pesquisa de dezembro mostra que 98% das startups não estavam preparadas para cumprir as exigências.

Grupos de civil sociedade avaliam que a legislação não protege adequadamente indivíduos de riscos de IA. Eles apontam lacunas, como exceções para intervenção humana e ausência de proibições específicas.

Estrutura regulatória e impactos

Empresas devem autoavaliar se seus sistemas são de alto impacto. A determinação é complexa e pode gerar insegurança jurídica. Criticamente, há ressalvas sobre desequilíbrio competitivo para empresas nacionais.

Especialistas afirmam que a Coreia adotou um caminho diferente de EUA, UE e China, buscando flexibilidade e orientação por princípios. O objetivo é promover inovação com regras claras.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais