- O Instagram lançou no Brasil o recurso “Mapa do Instagram”, que permite compartilhar a localização em tempo real com seguidores.
- A função fica acessível na área de mensagens diretas (DM) e mostra a localização associada a publicações e stories.
- A empresa afirma que a localização só é compartilhada se o usuário ativar a opção, e que seguidores podem ver o conteúdo nas localizações marcadas.
- A novidade gerou críticas nas redes sociais por questões de privacidade e segurança, com relatos de risco de stalking.
- Após o lançamento, houve relatos de que o recurso deixou de aparecer em alguns perfis; a Meta foi procurada pela imprensa para esclarecer a situação.
O Instagram liberou no Brasil o Mapa do Instagram, recurso que permite compartilhar a localização com seguidores. A função aparece na tela de mensagens diretas e exibe o ponto exato associado a publicações e stories.
Na apresentação oficial, a plataforma afirma que a localização só é compartilhada se o usuário ativar a opção. Segundo a empresa, os seguidores podem ver conteúdos nas localidades marcadas pelo proprietário da conta.
A ferramenta já havia gerado críticas antes do lançamento. Em 2025, usuários tiveram acesso antecipado e manifestaram preocupações sobre privacidade e segurança. Com a liberação ampla, houve relatos de perfis em que a função deixou de aparecer.
A Meta foi procurada pela reportagem para esclarecer o caso e aguarda retorno. Usuários nas redes sociais questionaram a privacidade e a possibilidade de uso indevido da localização em tempo real.
Repercussão
Especialistas em segurança destacam a necessidade de controle rigoroso de quem pode ver a localização. Outros apontam que o recurso pode ampliar riscos em diferentes contextos, principalmente para perfis públicos.
Entidades de proteção de dados lembram que o compartilhamento de localização requer consentimento explícito e revisão constante das configurações. Usuários reforçam a importância de manter a opção desativada quando não for necessária.
A exemplo de casos anteriores, analistas recomendam avaliar o impacto da ferramenta no dia a dia digital e ajustar as permissões com cuidado. O tema segue em apuração pela Meta e por órgãos reguladores.
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