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Fernando Musa diz que a maior vantagem competitiva é ser quem você é

Na era da IA, Fernando Musa afirma que a maior vantagem competitiva é ser quem você é, destacando a necessidade de fricção e de conexões autênticas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Fernando Musa, líder da Ogilvy e fundador da DAVID, participa do Forbes Talk e comenta o impacto da tecnologia na criatividade.
  • Ele afirma que a maior vantagem competitiva é a humanidade, mesmo em uma era de algoritmos e IA.
  • A fricção nas relações é essencial; o conflito no trabalho gera debates e, por consequência, inovações.
  • Para 2026, as marcas devem priorizar conexão, indo além da escala digital e valorizando espaços de experiência real.
  • Ecossistemas que unem o físico ao digital, como a Galeria Magalu, ilustram o marketing autêntico que ajuda o público a entender com quem está lidando.

O que aconteceu é que Fernando Musa, líder da Ogilvy e fundador da DAVID, participou de um episódio especial do Forbes Talk para discutir o impacto da tecnologia na criatividade e a importância da fricção nas relações humanas. A entrevista aborda como a inteligência artificial e os algoritmos redefinem o papel do talento humano no marketing.

Quem está envolvido: Musa fala como executivo de referência na publicidade brasileira, com atuação em agências globais, destacando a relevância da experiência humana frente à automação. A conversa também delineia a visão de liderança para marcas que buscam conexão, não apenas alcance.

Quando e onde ocorreu: a entrevista faz parte das gravações do Forbes Talk, veículo Forbes Brasil, voltada a temas de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agronegócio e lifestyle. O formato destacou debates sobre criatividade, tecnologia e comportamento do consumidor.

Por que é relevante: Musa argumenta que, apesar da eficiência trazida pela tecnologia, o custo da eliminação completa da fricção pode comprometer a resiliência e a inovação. O conflito e o choque de ideias são vistos como estímulos para soluções inesperadas.

Conexões entre físico e digital

O executivo afirma que o mercado de 2026 exige marcas que vão além da guerra pela atenção e privilegiem a conexão autêntica com o consumidor. A escalabilidade digital é reconhecida, mas spaces físicos se tornam cruciais para experiências reais e troca genuína.

Ele cita ecossistemas que unem dimensões física e digital, destacando iniciativas como a Galeria Magalu. Nessas estruturas, cultura e entretenimento convivem com varejo, fortalecendo a percepção de marca como facilitadora de escolhas informadas.

Marketing autêntico e percepção de marca

Musa reforça que as marcas não devem resolver todos os problemas, mas sim oferecer subsídios para que as pessoas tomem decisões próprias. Segundo ele, o marketing autêntico envolve clareza sobre com quem o público está lidando, promovendo transparência na relação entre consumidor e empresa.

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