- A psicóloga Patrícia Esteves diz que o discernimento digital começa na família, com valores vividos e diálogo no lar.
- Pais devem estar presentes na rotina dos filhos, estabelecer limites para o uso de telas e estimular o senso crítico.
- O diálogo ajuda crianças e adolescentes a entenderem conteúdos de redes sociais e influenciadores, incentivando a reflexão.
- O uso de telas deve ser equilibrado e os pais devem dar o exemplo, evitando consumo excessivo.
- Famílias que seguem valores cristãos e convivência saudável podem se tornar espaços de formação de cidadãos mais críticos e responsáveis.
A psicóloga Patrícia Esteves orienta pais a desenvolver o discernimento digital desde o lar, enfatizando que a formação de valores e o diálogo constroem escolhas conscientes diante das telas. O tema ganha destaque em meio ao aumento de conteúdos de influenciadores digitais que circulam entre crianças e adolescentes.
Para ela, o ambiente familiar é o primeiro espaço de formação de valores e de senso crítico. Quando os adultos dialogam, impõem limites e vivem os valores que desejam transmitir, ajudam os filhos a adotar uma postura mais consciente no mundo digital.
Outro ponto central é a importância do diálogo constante. Pais devem questionar, incentivar a reflexão e o pensamento crítico para que crianças aprendam a filtrar conteúdos saudáveis dos que não são apropriados. O equilíbrio no uso das telas é visto como fundamental.
A especialista ressalta a necessidade de que os pais sirvam de exemplo, evitando o consumo excessivo de dispositivos. A convivência familiar, o diálogo e o exemplo são apontados como ferramentas-chave para formar cidadãos críticos e responsáveis.
Por fim, Esteves recomenda atenção às influências externas e a construção de um ambiente de confiança em casa. Quando a família sinaliza valores fortalecidos, a convivência se torna espaço de formação de pessoas mais críticas e responsáveis.
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