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5 atitudes de pais e mães na infância que afastaram os filhos

Autocrítica dos pais aponta causas de afastamento dos filhos: sobrecarga emocional, sentimentos invalidados, amor condicional, controle excessivo e distância emocional

As pessoas que se distanciam dos pais ao crescerem geralmente vivenciaram essas 5 coisas durante a infância
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  • Crianças são sobrecarregadas por problemas muito cedo, com a parentificação fazendo a criança assumir responsabilidades emocionais dos adultos, o que prejudica o desenvolvimento emocional.
  • Os sentimentos da criança são ridicularizados, levando à invalidação emocional, censura de emoções e queda na autoestima.
  • O amor não pode ser condicional, pois elogios e afeto passam a depender do desempenho, criando a ideia de que só é valioso quando é útil.
  • Controle excessivo pode prejudicar a autonomia, fazendo a criança não saber o que gosta e experimentar escolhas próprias dentro de limites.
  • Muitos filhos sentem que os pais não os conhecem de verdade, o que leva ao afastamento para manter sua própria identidade longe das imposições familiares.

Conteúdo é centrado em recomendações psicológicas sobre como atitudes dos pais podem levar ao afastamento dos filhos. A mensagem orienta autocrítica e compreensão, sem julgamentos.

Pais costumam lamentar a distância dos filhos na velhice, mas nem sempre reconhecem a origem do afastamento. Especialistas destacam que nem sempre é ingratidão, e apontam padrões que podem persistir desde a infância.

O texto descreve cinco comportamentos que, segundo psicólogos, podem favorecer o distanciamento futuro entre pais e filhos. A abordagem é clínica e visa promover reflexão sem estigmatização.

Crianças sobrecarregadas por problemas cedo

Imagine uma criança de 9 anos ouvindo sobre crises financeiras da família, sem ter espaço para seu próprio cotidiano. A situação é chamada de parentificação pelos especialistas.

Nessa dinâmica, a criança assume funções emocionais de adultos. O peso excessivo pode reduzir a sensação de segurança e o vínculo com os responsáveis, segundo a leitura profissional.

Sentimentos da criança ridicularizados

Frases como não é tão ruim assim ou pare de ser dramático restringem a expressão emocional infantil. Fracassam em confirmar a validade dos sentimentos, o que dificulta a expressão futura.

Em muitas situações, a criança aprende a censurar suas emoções para evitar cobrança. A autoestima pode ficar abalada e a comunicação, comprometida, apontam psicólogos.

Amor não pode ser condicional

Elogios apenas quando há bom desempenho ou críticas severas ensinam que o afeto depende da perfeição. A mensagem é de que o amor está ligado à utilidade, não à própria dignidade.

O efeito pode acompanhar o indivíduo em diversos contextos, dificultando relações sociais, profissionais e afetivas, segundo especialistas.

Controle excessivo pode ferir a identidade

Planejar tudo para o filho é visto por alguns como cuidado, mas pode gerar crise de identidade. Crianças crescem sem saber do que gostam ou como agir.

Autonomia envolve oferecer opções dentro de limites. Em vez de impor atividades, é possível perguntar: prefere seguir com natação ou experimentar outra coisa?

Conhecer o filho é essencial

Relatos de jovens que dizem que os pais não os conhecem são comuns em cenários de afastamento. Evitar rótulos e ouvir interesses ajuda a manter vínculos.

A ausência de compreensão pode levar à busca por espaço próprio, inclusive para descobrir traços de personalidade que não cabem em um molde familiar.

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