- Diana Evans venceu o prêmio de prosa Jhalak com I Want to Talk to You, coleção de não ficção sobre temas como Jean Rhys, Toni Morrison, lockdowns e a monarquia britânica.
- O anúncio ocorreu em uma recepção na noite de quarta-feira, marcando a 10ª edição do prêmio.
- O prêmio de literatura infantojuvenil ficou com My Name is Samim, de Fidan Meikle, descrita como história de resiliência, adaptabilidade e esperança.
- O prêmio de poesia foi para Maggie Harris, por I Sing to the Greenhearts.
- Cada prêmio, aberto a escritores de cor residentes no Reino Unido e Irlanda, recebe £1.000.
Diana Evans venceu o prêmio de prosa do Jhalak deste ano com I Want to Talk to You, uma coletânea de não ficção que aborda temas como Jean Rhys, Toni Morrison, lockdowns e a monarquia britânica. O anúncio ocorreu em uma cerimônia de reception na noite de quarta-feira. O júri destacou a obra como fonte de prazer e vigor intelectual.
O prêmio de crianças e jovens ficou com My Name is Samim, de Fidan Meikle, descrita como uma história de resiliência, adaptação e esperança. A poesia foi para Maggie Harris, com I Sing to the Greenhearts, segundo a crítica, que valoriza a ambientação com a árvore greenheart da Guiana. Cada prêmio rende £ 1.000 aos vencedores.
O júri elogiou a relevância das obras neste momento histórico, observando que os livros são urgentes e devem perdurar no futuro. A vencedora de prosa, Evans, foi mencionada como autora confiante, capaz de conduzir o leitor a conversas sobre criatividade, maternidade, luto e música.
Diana Evans também é autora de quatro romances: 26a, The Wonder, Ordinary People e A House for Alice. Entre os finalistas da prosa estavam Act Normal, Call Me Ishmaelle, Foreign Fruit, Hail Mary e The South.
My Name is Samim acompanha um refugiado afegão de 13 anos que chega ao Reino Unido. A escolhinha Lanisha Butterfield afirmou que o livro é vital e merece estar no currículo escolar nacional. Harris, por sua vez, usa a árvore greenheart como metáfora para revelar aspectos de casa e memória.
A premiação Jhalak celebra escritoras e escritores de cor que vivem no Reino Unido e na Irlanda. O prêmio funciona como incentivo financeiro e reconhecimento literário, com a promoção de obras que abordam identidades e histórias diversas. Grimado de edições anteriores inclui nomes como Reni Eddo-Lodge, Guy Gunaratne e Travis Alabanza.
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