- Café canéfora, incluindo conilon e robusta, ganha espaço em estados brasileiros que antes produziam pouco, à medida que preços elevados aumentam o interesse.
- Espírito Santo segue como principal produtor brasileiro de canéfora, mas Mato Grosso e Minas Gerais ampliam a participação desde dois mil vinte; Minas deve chegar a trezentas e dez sacas? (error) Vamos corrigir: quatro itens. Ajuste:
- Espírito Santo continua sendo o principal produtor de canéfora, dominando a região com o conilon; desde dois mil vinte, Mato Grosso e Minas Gerais tiveram crescimento na produção, segundo a Conab.
- Minas Gerais, principal produtor de arábica, deve produzir quinhentas e seiscentas e vinte mil sacas de 60 kg de canéfora em dois mil e vinte e seis, o que representa um aumento de noventa e quatro por cento desde dois mil e vinte.
- Mato Grosso projeta produção de canéfora em aproximadamente duzentas e noventa e oito mil setecentos sacas em dois mil e vinte e seis, ante cento e cinquenta e oito mil quatrocentas sacas em dois mil e vinte.
- Mato Grosso busca elevar a produtividade de vinte e três sacas por hectare para igualar a média de Rondônia, que é de cinquenta sacas por hectare, segundo agrônomos locais.
- Ceará, Acre e Pará aparecem na categoria “outros” com produção estimada de cento e dezoito mil e setecentas sacas em dois mil e vinte e seis; Ceará avalia cultivo de conilon e robusta amazônico, mirando mil hectares de conilon em dois mil e vinte e seis, com potencial de cinco mil hectares.
As lavouras de café canéfora, que incluem conilon e robusta, avançam para novas áreas no Brasil, com especial destaque para Mato Grosso e Minas Gerais. O movimento acompanha preços elevados, que elevam o interesse de produtores e pesquisadores.
A visão é apoiada por líderes do setor e autoridades, apontando que o Brasil, hoje segundo na produção de canéfora, pode acelerar o ritmo rumo ao topo, disputando espaço com o Vietnã, maior produtor da variedade.
O Espírito Santo continua responsável pela maior parte da canéfora no país, especialmente o conilon. Porém, desde 2020 estados membros da região Centro-Oeste e Sudeste ampliam a participação, segundo dados da Conab.
Expansão nos estados
Mato Grosso passa a mirar áreas além do seu tradicional cultivo agrícola, buscando elevar a produtividade da canéfora. Dados da Conab indicam aumento expressivo na neste ano, com previsão de 298.700 sacas de 60 kg, ante 158.400 em 2020.
A inspiração vem de Rondônia, que já produz o chamado robusta amazônico. Agrônomos de MT apontam que a produtividade atual em Rondônia é quase o dobro da de MT, com potencial de deslocar a média de MT para patamares acima de 50 sacas por hectare.
Perspectivas futuras
Minas Gerais, embora principal produtora de arábica, projeta crescer na canéfora. A Conab estima 602.200 sacas para 2026, resultado de um aumento de quase 94% desde 2020, fortalecendo a diversificação de cultivos na região.
O Ceará também entra no mapa da canéfora, agrupando produção com o Acre e o Pará. A soma dessas unidades pode chegar a 118.700 sacas em 2026, segundo projeções da Conab.
Infraestrutura e oportunidades
Ceará avalia cultivo tanto de conilon quanto do robusta amazônico, com potencial para exportação devido à proximidade de portos e boa infraestrutura. Autoridades locais indicam possibilidade de alcançar até mil hectares plantados de conilon em 2026, com média nacional de irrigação ampliando o ritmo de expansão.
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