- Antes do Carnaval havia duas assombrações ligadas a colaboração premiada na Carbono Oculto; agora são três, segundo a leitura do cenário político e econômico.
- O procurador-geral Paulo Gonet afirmou, em dezembro, ter visto apenas uma sombra fraca da cooperação entre dois operadores do PCC — Roberto Augusto Leme, o Beto Louco, e Mohamed Hussein Mourad, o Primo — cercados no caso Carbono Oculto.
- O Ministério Público de São Paulo discorda da avaliação de Gonet e negocia, com Louco e Primo, uma colaboração com potencial para envolver empresários, autoridades e políticos.
- Nesta quarta-feira, a Folha informou que Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, procurou a Polícia Federal para prestar novo depoimento no inquérito que envolve fraudes no Master e no banco público de Brasília.
- Costa nega a intenção de delatar, mas investigadores consideram que ele está em estágio de amadurecimento como colaborador.
O que aconteceu: investigações envolvem colaborações premiadas ligadas à Operação Carbono Oculto e ao caso do Banco Master, fontes indicam que há interesse em acordos de colaboração com potencial para ampliar desdobramentos.
Quem está envolvido: dois operadores do PCC identificados como Roberto Augusto Leme, o Beto Louco, e Mohamed Hussein Mourad, o Primo, são citados como potenciais colaboradores. O Ministério Público de São Paulo negocia com eles, ao lado do destinado apoio do MP de acordo com as tratativas.
Quando e onde: em dezembro, o procurador-geral Paulo Gonet considerou a colaboração fraca. Nesta quarta-feira, a Folha informou que Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, procurou a Polícia Federal para prestar novo depoimento no inquérito sobre as fraudes no Master e no banco público de Brasília. Costa nega a intenção de delatar, mas é visto como colaborador em estágio inicial pelas autoridades.
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