- MPs recomendam banir o BBL líquido (lifting de glúteos) no Reino Unido e dizem que não há regulamentação, levando a procedimentos realizados em locais inseguros como quartos de hotel e garagens.
- O comitê pediu a proibição imediata de procedimentos de alto risco e a criação de um sistema de licenciamento para tratamentos de menor risco, com profissionais qualificados.
- A relação aponta que, hoje, não há regulação sobre quem pode realizar procedimentos cosméticos não cirúrgicos, aumentando o risco ao público.
- Relatos de danos graves incluem internação em UTI e sepse após BBL, e a morte de uma mulher de 33 anos em 2024 após procedimento semelhante.
- O governo é instado a acelerar ações regulatórias, com preocupação de que a indústria se autogerencie e que influencers estejam normalizando procedimentos de alto risco.
O comitê de Mulheres e Igualdade (WEC) apresentou relatório chamando o BBL (lifting de glúual) brasileiro de prática de alto risco. Os MPs defendem a proibição imediata das técnicas não cirúrgicas de aumento de glúteos no Reino Unido, citando falta de regulação e locais insalubres.
O documento aponta que não há regulamentação sobre quem pode realizar procedimentos cosméticos não cirúrgicos, como preenchimentos, Botox, laser ou peelings. Segundo o relatório, isso cria um cenário de “estilo faroeste” com intervenções em locais inadequados.
A investigação de nove meses revelou que ministros não agiram com rapidez suficiente para mitigar riscos. O WEC sustenta que a complacência na autorregulação coloca a população em risco.
O relatório afirma que procedimentos de alto dano, como o BBL líquido, já causaram mortes e devem ser proibidos sem necessidade de consulta adicional. Também recomenda um sistema de licenciamento para procedimentos de menor risco já nesta sessão.
Entre as recomendações, destaca-se a introdução de licenciamento para procedimentos não cirúrgicos, com exigência de qualificação adequada. O comitê acredita que o governo deve acelerar a regulamentação.
Casos individuais fortalecem o alerta. Uma mulher ficou em terapia intensiva com sepse após mal resultado de BBL e permaneceu cinco semanas no hospital. Em setembro de 2024, outra mulher morreu após um BBL líquido. Essas ocorrências reforçam os riscos.
O relatório cita que cresce a busca por procedimentos estéticos impulsionada por questões de imagem corporal e pela influência de mídias sociais. Também aponta a normalização de procedimentos de alto risco por influenciadores.
O comitê solicita ação rápida do governo para impedir a atuação de profissionais sem formação adequada em ambientes inseguros. A imprensa observa que a regulação não acompanhou a expansão do setor.
O Ministério da Saúde e dos Cuidados Sociais informou que analisará o relatório e responderá oportunamente. O governo promete medidas para coibir práticas perigosas e exigir qualificação profissional e seguro para quem realiza procedimentos de alto risco.
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