- Carretas do programa Agora Tem Especialistas atingiram 138 regiões de saúde; a meta é chegar a 150 regiões até março, com serviços de saúde da mulher, exames de imagem e oftalmologia.
- Em Ceilândia e Taguatinga, foram realizados 6 mil atendimentos, zerando filas de ultrassonografia e mamografia; Planaltina recebeu a carreta da mulher para atender cerca de 600 mulheres com mamografia.
- A partir desta sexta, 18 municípios em estados como Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Sergipe, São Paulo e Tocantins passam a contar com carretas.
- Ao todo, são 52 carretas em operação: 35 de saúde da mulher, 10 de exames de imagem e sete oftalmológicas; a previsão é de 150 unidades móveis no fim do ano.
- Já foram zeradas filas em 23 cidades para diagnóstico de câncer de mama e exames ginecológicos e, em Ribeirão Preto (SP) e Ariquemes (RO), cirurgias de catarata reduziram a espera, beneficiando mais de 2,5 mil pessoas.
As carretas de saúde do programa Agora Tem Especialistas já levaram exames diagnósticos, cirurgias e prevenção contra câncer a mais de 130 regiões de saúde no país. Nesta sexta-feira (13), unidades móveis atingem 138 regiões, ampliando o atendimento a pacientes do SUS em municípios vizinhos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, marcou a abertura de uma carreta da saúde da mulher em Planaltina, no Distrito Federal. Antes disso, a unidade circulou por Ceilândia e Taguatinga, zerando filas de ultrassonografia, mamografia e ampliando o acesso a serviços especializados para mulheres.
A iniciativa objetiva reduzir o tempo de espera e aproximar o atendimento de regiões de difícil acesso, com alta demanda. Além de Planaltina, 17 municípios de estados como Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Sergipe, São Paulo e Tocantins passam a receber as carretas a partir de hoje.
Expansão e impactos
A atuação das carretas já beneficiou pacientes da rede pública, com registros de zeramento de filas em 23 cidades, incluindo diagnósticos de câncer de mama e exames ginecológicos. Em Ribeirão Preto (SP) e Ariquemes (RO), por exemplo, pacientes que aguardavam cirurgia de catarata tiveram atendimento.
Ao todo, 52 carretas estão em operação, com 35 voltadas à saúde da mulher, 10 de exames de imagem e 7 de oftalmologia. A meta é alcançar 150 unidades móveis até o fim do ano, ampliando mutirões, horários estendidos e parcerias com hospitais filantrópicos e Santas Casas.
A rede também contempla mapeamento de retina, ultrassom ocular e tomografias, fundamentais para o diagnóstico precoce de doenças graves. A iniciativa integra estratégias para reduzir filas e facilitar o acesso a especialidades do SUS.
Erika Mavignier
Ministério da Saúde
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