- O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, respondeu com a palavra “True” à percepção de Hugo Philion, que indicou que a indústria cripto está tentando replicar o modelo “ banker coin” do XRP.
- Philion afirmou que, no passado, o XRP foi criticado por ser o “coin do banco”; agora, o setor inteiro corre para ser assim. Garlinghouse parece endossar essa leitura.
- Há relatos de a Ripple ter mobilizado cerca de US$ 4 bilhões em holdings de XRP para financiar custódia institucional e infraestrutura financeira tradicional.
- O XRP permanece acima de US$ 1, com compressão técnica apontando para visão de alta; o suporte chave fica na faixa de US$ 1, e o volume permanece elevado frente a um baseline de fundos negociados.
- O consenso atual é de que a narrativa do “coin do banco” já está precificada e o potencial de valorização depende de um rompimento acima de US$ 1,2 no curto prazo.
Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, respondeu a comentário de Hugo Philion, cofundador da Flare, sobre a indústria cripto tentar copiar o modelo do XRP. A resposta foi breve, com a palavra única True, publicada nas redes sociais.
Philion havia apontado que, no começo, o XRP foi criticado por ser o banco de moedas, e hoje muitos players miram esse mesmo papel. O tom do debate reflete uma percepção de mudança de narrativa no setor.
Relatos indicam que a Ripple estaria direcionando cerca de 4 bilhões de XRP para operações ligadas a finanças institucionais, o que seria um movimento para ampliar a integração com o mercado financeiro tradicional.
Desdobramentos de mercado
A XRP permanece acima de 1 dólar, com compressão técnica descrita como bullish e suporte em torno de 1,0 dólar. O volume tem se manter acima de patamar de referência, indicando interesse contínuo.
Analistas veem o patamar de 1,2 dólar como ponto-chave de breakout antes de novas decisões de exposição. A narrativa de “banco de moedas” passa a ser vista como parte da infraestrutura financeira onde o ativo circula.
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