- O Avante anunciou neste domingo a pré-candidatura do escritor Augusto Cury à Presidência da República nas eleições de outubro.
- A sigla diz que a candidatura busca fortalecer o equilíbrio emocional, a educação e a gestão humanizada no Brasil.
- Cury afirmou que o objetivo é contribuir para o Brasil dos sonhos, que não pode ser movido pelo poder e não é um projeto pessoal, mas uma jornada.
- O Avante classifica a pré-candidatura como um novo momento e diz que o candidato se junta a outros pré-candidatos, como Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Zema, Renan Santos e Aldo Rebelo.
- Os registros oficiais das pré-candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral devem ocorrer em agosto, quando começa a campanha.
O Avante anunciou neste domingo a pré-candidatura do escritor Augusto Cury à Presidência da República nas eleições de outubro. A candidatura visa, segundo o partido, fortalecer o equilíbrio emocional, a educação e a gestão humanizada no Brasil. A oficialização da pré-candidatura ocorre antes do registro no TSE, previsto para agosto.
Segundo o Avante, o movimento representa um novo momento para a sigla e amplia o debate nacional. A legenda afirma que a iniciativa coloca o Avante como protagonista na construção de um caminho alternativo para o país. Cury destacou que o objetivo é contribuir para o Brasil dos sonhos, sem buscar o poder pelo poder.
Perfil de Augusto Cury
Nascido em Colina (SP) em 1958, Cury é médico formado pela FM de São José do Rio Preto e doutor em Psicologia Multifocal pela Florida Christian University (2013). É pesquisador e professor de pós-graduação, com atuação como conferencista internacional. Foi considerado um dos autores mais lidos no Brasil na última década pela imprensa.
Outras pré-candidaturas
A lista de pré-candidatos à Presidência inclui Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã). A elegibilidade depende de registros oficiais no TSE a partir de agosto, após convenções partidárias.
Lula disputa o quarto mandato, com foco em programas sociais; Flávio Bolsonaro aparece como principal nome da oposição em cenários diversos. Caiado aposta em uma alternativa à polarização e defende anistia aos condenados pela eleição de 2022. Zema busca ampliar a atuação no Palácio do Planalto. Renan Santos representa o MBL/Movimento Missão, com apoio de jovens militantes. Aldo Rebelo atua pelo Democracia Cristã, com trajetória marcada por passagens em várias legendas.
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