- O Tribunal Superior Eleitoral determinou a inelegibilidade de Cláudio Castro por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
- Castro reagiu com grande inconformismo, dizendo que a decisão vai contra a vontade de quase cinco milhões de eleitores fluminenses.
- O ex-governador afirmou que vai recorrer e lutar até a última instância para restabelecer o que considera um desfecho justo.
- A decisão frustra seus planos de concorrer ao Senado neste ano; ele renunciou ao governo do Rio na segunda-feira 23 e anunciou pré-candidatura à Casa Alta.
- O Ministério Público aponta que houve contratações irregulares de dezenas de milhares de cabos eleitorais, com parte atuando como base eleitoral de aliados, configurando desvio de finalidade e uso indevido da máquina pública.
O Tribunal Superior Eleitoral puniu o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), com inelegibilidade por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A decisão foi anunciada nesta terça-feira, 23, e ainda não é definitiva.
Castro reagiu com inconformismo, alegando que a decisão contraria a vontade dos quase 5 milhões de eleitores que o elegeram no primeiro turno de 2022. Ele afirmou que vai recorrer para reverter o resultado.
A inelegibilidade impacta os planos do ex-governador de disputar o Senado neste ano. Castro renunciou ao governo estadual na segunda-feira, 23, abrindo espaço para sua pré-candidatura à Casa Alta.
A ação questiona contratações irregulares de dezenas de milhares de cabos eleitorais durante a gestão estadual. O Ministério Público aponta uso da máquina pública para sustentar a base eleitoral de aliados, caracterizando desvio de finalidade.
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