- O senador Esperidião Amin reafirmou a pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina, mesmo com o PL anunciando que não o apoiaria.
- O PL informou que Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni serão os candidatos do partido ao Senado em Santa Catarina, conforme afirmou Flávio Bolsonaro.
- O acordo entre PL e União-PP previa uma chapa com dois nomes, inicialmente Toni e Amin; a entrada de Carlos Bolsonaro levou Toni a cogitar deixar o PL e recebeu apoio público de Michelle Bolsonaro.
- A decisão rompe a aliança entre PL e PP, rompendo o acordo para uma chapa com um nome de cada partido; Carlos Bolsonaro pesou na decisão a pedido de Jair Bolsonaro.
- Caroline de Toni divulgou vídeo anunciando a pré-candidatura; bolsonaristas não explicaram como fica a relação com Amin.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) confirmou sua pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina. A declaração veio via vídeo publicado em suas redes nesta quarta-feira, mesmo dia em que o PL anunciou não apoiar Amin na disputa. Ele justificou seguir mantendo sua atuação em favor de Santa Catarina.
O PL apontou que Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni serão candidatos do partido ao Senado em Santa Catarina. A decisão foi anunciada por Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, em reunião com a direção do partido. Michele Bolsonaro também participou do momento público de apoio à dupla.
Antes da confirmação, havia um acordo entre PL e PP para uma chapa com dois nomes de cada legenda. O entendimento previa Toni com Amin na cota do PP. A entrada de Carlos no cenário fez Toni cogitar deixar o PL e recebeu apoio público da ex-primeira-dama.
Ruptura no acordo entre PL e PP
O acordo entre Valdemar Costa Neto (PL) e Ciro Nogueira (PP) ficou abalado com a entrada de Carlos e o crescimento de Toni nas pesquisas. O casal Bolsonaro não detalhou como ficará a relação com Amin após a mudança de composição da chapa.
Flávio Bolsonaro destacou que Michelle Bolsonaro participou das deliberações sobre o tema. A ex-primeira-dama havia expressado descontentamento por não ter sido consultada sobre a escolha do nome para representar o bolsonarismo no Senado.
A tensão interna ganhou repercussão após desentendimentos entre membros da família Bolsonaro. O episódio envolve ainda ataques públicos entre Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Michelle, com repercussões políticas na conjuntura catarinense.
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