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Aliada de esquerda do PM espanhol afirma não disputar próxima eleição

Ministra do Trabalho Yolanda Díaz anuncia que não disputará a eleição de 2027, deixando a esquerda sem líder único e fragilizando o apoio a Sanchez

Spanish Labour Minister Yolanda Diaz speaks after Prime Minister Sanchez spoke on alleged corruption probe involving the Spanish Socialist Workers' Party (PSOE), at the Parliament in Madrid, Spain, July 9, 2025. REUTERS/Violeta Santos Moura/File Photo
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  • A ministra do Trabalho da Espanha, Yolanda Díaz, afirmou em carta publicada nas redes que não disputará a próxima eleição parlamentar, prevista para 2027.
  • A decisão é um revés para o premiê Pedro Sánchez, que precisa do apoio de partidos de esquerda para manter a maioria.
  • Díaz, 54 anos, foi uma das figuras mais populares do PS e liderou a coalizão de esquerda Sumar, criada em 2023.
  • Ela é creditada por aumentar o salário mínimo e reverter parte de uma reforma trabalhista, para estimular o crescimento econômico, mas teve o apoio empresarial abalado.
  • A saída de Díaz deixa a esquerda fragmentada, com Sumar enfraquecida e Podemos perdendo influência, em meio a avanços da direita e de Vox em eleições regionais.

Yolanda Díaz, ministra do Trabalho de Espanha e aliada de peso do setor ultra-esquerdo do governo, informou nesta quarta-feira que não disputará a próxima eleição parlamentar, prevista para 2027. A decisão foi comunicada por meio de uma carta publicada nas redes sociais.

A ex-advogada de 54 anos atua como uma das três vice-presidentes de Pedro Sánchez. Díaz fundou o bloco de esquerda Sumar, lançado em 2023, e é creditada por avanços como o aumento do salário mínimo e a reversão de partes de reformas trabalhistas, para estimular o crescimento.

Ela não deixou claro o motivo da retirada da disputa. A notícia surge em meio a sondagens que indicam ganho de apoio ao Partido Popular e ao Vox, sinalizando um possible afastamento do eleitorado da esquerda.

Contexto político

Vox tem apresentado resultados fortes em eleições regionais recentes, incluindo Aragon, o que eleva a apreensão entre a esquerda sobre a possibilidade de perda de espaço a nível nacional.

Na mesma linha, a esquerda tenta unificar forças. Propostas de alianças entre Sumar e grupos independentistas seguem sob avaliação, com reações mornas de setores da esquerda.

Este movimento reduz o núcleo de liderança da esquerda espanhola em um momento de fragmentação política e pressão por resultados nas urnas. As próximas semanas devem trazer novas leituras sobre a composição de alianças.

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