- Valdemar Costa Neto, presidente nacional do Partido Liberal (PL), afirmou em evento em São Paulo que o PL vai tentar barrar no Congresso a PEC que encerra a escala 6×1.
- Questionado sobre a PEC, ele disse que é difícil para candidatos a deputado federal ou senador votarem contra o fim da escala 6×1 e que o PL vai trabalhar para não deixar votar.
- O dirigente comentou que o PL deve se diferenciar na campanha por meio de propostas para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência, sem detalhar medidas.
- A proposta que acaba com a escala 6×1 ganhou tração no Congresso, com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhando o texto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
- A expectativa é de votação no plenário até maio, na semana do Dia do Trabalho.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, participou nesta sexta em São Paulo de um encontro com empresários. Questionado sobre a PEC que visa eliminar a escala 6×1, ele afirmou que é improvável que candidatos a deputado federal ou senador votem a favor do fim da prática. O PL pretende atuar para impedir a votação.
Costa Neto enfatizou que o partido buscará diferenciar-se com propostas na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Não houve detalhamento sobre medidas específicas que o PL apresentaria para sustentar a posição.
Contexto e encaminhamentos
A PEC que coloca fim à escala 6×1 ganhou tração no Congresso recentemente. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), remeteu o texto à CCJ, o que destravou o andamento. A expectativa é de votação no plenário até maio, próximo ao Dia do Trabalhador.
A defesa da pauta tem chamado atenção de aliados e opositores. O movimento ocorre em meio a críticas sobre eficiência administrativa e agenda econômica, com a PEC sendo tratada como tema central de negociação entre grupos no Congresso.
Perspectivas no PL
A defesa da agenda de Valdemar Costa Neto ocorre em um momento de aproximação entre o espaço político do PL e o grupo ligado a Flávio Bolsonaro. A decisão sobre o voto no plenário deverá depender de ajustes legislativos e de alianças regionais.
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