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Mulheres trabalhistas pressionam Starmer a nomear uma mulher como vice-de-fato

Mulheres do Labour pressionam Starmer para nomear uma mulher como vice de facto e liderar mudança cultural em Downing Street

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Harriet Harman urged Keir Starmer to revive the role of first secretary of state and given it to a woman.
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  • MPs do Partido Trabalhista, entre eles Harriet Harman, pedem que Keir Starmer nomeie uma mulher como de facto vice para supervisionar uma mudança cultural em Downing Street.
  • Harman defende reviver o cargo de primeira secretária de estado, dizendo que, se ocupado por uma mulher, poderia “turbo charge” a transformação na cultura governamental.
  • A reivindicação ocorre após escândalos envolvendo Peter Mandelson e o ex-assessor de comunicação Matthew Doyle, que esteve ligado a casos de crimes sexuais.
  • Em reunião do PLP, Starmer enfrentou críticas sobre o que ocorreu no governo e a percepção de um “clube de rapazes” em No. 10.
  • Parlamentares pedem ações concretas, incluindo investigações sobre vítimas e casos relacionados a figuras ligadas ao governo, com apoio a Starmer, mas cobrança de consequências.

Fogo cerrado dentro do Partido Trabalhista: dezenas de deputadas exigiram que Keir Starmer nomeie uma mulher como sua de-facto vice, para liderar uma mudança de cultura em Downing Street após uma série de escândalos. O tema ganhou força em reunião do PLP.

Harriet Harman, uma das figuras mais seniores, pressionou pela revivificação do cargo de primeira-secretária de Estado, hoje ocupado por Peter Mandelson no passado. A emenda é clara: a ocupante deve ser mulher para impulsionar políticas voltadas a mulheres.

O motim interno ocorreu após o desgaste causado por Mandelson e as recentes revelações sobre Matthew Doyle, ex-assessor de Starmer, cuja atuação foi ligada a um caso de pessoas acusadas de crimes graves. A liderança enfrenta pressão para demonstrar mudança.

De acordo com participantes, Harman descreveu o cargo como ferramenta para acelerar compromissos do governo com violência contra mulheres e meninas, além de tornar departamentos responsáveis por ações voltadas ao tema. A ideia divide opiniões internas.

Entre apoios e críticas, a defesa da nomeação de uma mulher ganhou adesões, principalmente entre as deputadas de alas mais progressistas. A repercussão veio em meio à queda de Morgan McSweeney, ex-chefe de gabinete, e a ascensão de uma estrutura de atuação interina.

A bancada também discutiu ampliar investigações e transparência, incluindo pedidos de diálogo com vítimas de abusos. Parlamentares destacaram a necessidade de respostas rápidas do governo e de ações concretas para restaurar a confiança pública.

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