- Datafolha aponta Tarcísio de Freitas com 46% e Haddad com 30% das intenções de voto, diferença de 16 pontos percentuais.
- Se as eleições fossem hoje, o atual governador venceria no primeiro turno, com 52% dos votos válidos contra 34% de Haddad.
- A divulgação ocorreu um dia após o fim do prazo da Justiça Eleitoral para cerimônias de inauguração de obras, segundo o levantamento.
- Emídio de Souza afirma que a propaganda eleitoral obrigatória pode equalizar a disputa, pois ainda não houve horário eleitoral.
- A pesquisa ouviu 1.608 eleitores em 71 municípios de São Paulo, entre 1º e 3 de julho, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (5/7) aponta Tarcísio de Freitas na liderança da disputa pelo governo de São Paulo, com vantagem de 16 pontos sobre Fernando Haddad. O governador tem 46% das intenções de voto, contra 30% do petista. Se as eleições fossem hoje, Tarcísio venceria no primeiro turno, conforme o levantamento.
O levantamento também aponta o intervalo entre os votos válidos, com 52% para o atual mandatário e 34% para Haddad. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Emídio de Souza, coordenador da pré-campanha de Haddad, afirmou que a propaganda eleitoral obrigatória pode reequilibrar o cenário quando o período de campanha começar.
A pesquisa foi realizada pelo Datafolha entre 1º e 3 de julho, com 1.608 eleitores em 71 municípios paulistas. O levantamento está registrado no TSE com os códigos SP-01703/2026 e BR-06481/2026. A sondagem ocorreu após o fim do prazo para inaugurações de obras promovidas por políticos, conforme a Justiça Eleitoral.
Contexto da vantagem
Em comparação com o último levantamento do Datafolha, divulgado em março, Tarcísio ampliou a diferença de 13 para 16 pontos. Haddad permaneceu com 30%, sem alcançar o adversário, dentro da margem de erro. A mudança sugere que a distância entre os candidatos permanece estável, mesmo com o passar do tempo.
Fatores da campanha
Segundo Emídio de Souza, a propaganda eleitoral ainda não começou de forma plena, o que pode influenciar a mobilização de votos. O coordenador ressalta o volume atual de ações do governo e as entregas já realizadas como elementos relevantes do cenário. A avaliação é de que o ritmo da campanha poderá alterar o equilíbrio observado na pesquisa.
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