- Pesquisa Ipsos-Ipec ouviu 2.000 pessoas entre 13 e 17 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
- 52% dos brasileiros não veem ameaça na designação de facções criminosas como grupos terroristas aos impactos no Pix; 39% discordam totalmente e 13% discordam em partes.
- 33% dizem concordar com a ideia de que haveria ameaça, sendo 12% concordando em partes e 21% totalmente.
- 48% divergem da ideia de que a medida vai melhorar a segurança pública, enquanto 41% acreditam que pode haver melhora.
- 54% entendem a medida como interferência em assuntos que dizem respeito apenas ao Brasil, contra 35% que discordam dessa posição.
- A maioria concorda totalmente que a classificação pode colocar em risco moradores de comunidades dominadas pelo PCC e pelo CV.
O Ipsos-Ipec divulgou neste sexta-feira (26) os resultados de uma pesquisa com 2.000 brasileiros, realizada entre 13 e 17 de junho. O levantamento aponta que a maioria diverge da ideia de que a designação de facções criminosas como grupos terroristas pelos EUA ameaçaria o Pix. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.
Entre os respondentes, 52% afirmam discordar dessa ameaça. Desses, 39% discordam totalmente e 13% discordam em partes. Por outro lado, 33% concordam com a afirmação, sendo 12% em partes e 21% totalmente.
Segurança pública
Quase metade dos pesquisados, 48%, acredita que a decisão dos EUA pode melhorar a segurança pública no Brasil, contra 41% que discorda. O restante não indicou posição ou não houve consenso.
Assunto nacional
Na avaliação sobre interferência em assuntos nacionais, 54% entendem que a medida é uma ingerência em temas que dizem respeito apenas ao Brasil, enquanto 35% discordam dessa leitura.
Risco para comunidades
Sobre o impacto em comunidades, a maioria concorda plenamente que a classificação coloca em risco moradores de áreas dominadas pelo PCC e pelo CV. O resultado sugere percepção de vulnerabilidade nessas regiões.
Metodologia
Foram ouvidas 2.000 pessoas entre 13 e 17 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto.
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