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Starmer afirma que Reino Unido não é alvo de mísseis iranianos

Starmer afirma não haver indícios de que o Reino Unido esteja no alvo de mísseis iranianos, mesmo após ataque a Diego García e tensões em Ormuz

El primer ministro británico, Keir Starmer, al lado de la diputada Sarah Sackman, en una reunión con representantes de la comunidad judía, en Downing Street, Londres, Reino Unido, este lunes.
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  • Keir Starmer afirmou que não há evidências de que o Reino Unido esteja no radar de mísseis iranianos, mesmo após o ataque a uma base britânico‑estadunidense em Diego García.
  • A base em Diego García, no arquipélago de Chagos, foi alvo de dois mísseis; acredita-se que um foi interceptado, e o segundo caiu a cerca de 650 quilômetros da instalação.
  • Israel afirmou que Irã tem capacidade de atingir Europa; fontes britânicas destacam que a Defesa de Mísseis Balísticos da Organização do Tratado do Atlântico Norte protege o país contra ataques de longa distância.
  • O governo ampliou o uso de bases britânicas por EUA para agir contra alvos iranianos no estreito de Ormuz, enquanto Keir Starmer diz que o Reino Unido não será arrastado à guerra.
  • Starmer conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e convocou o gabinete de emergências COBRA para avaliar impactos econômicos; o ministro das Finanças deverá anunciar medidas para mitigar o custo de vida.

Keir Starmer afastou, nesta segunda-feira, a hipótese de o Reino Unido estar no radar de mísseis iranianos. A afirmação ocorreu após Teerã ter lançado projéteis contra a base britano-americana de Diego García, no oceano Índico, a cerca de 3.800 quilômetros de Londres.

O premiê afirmou que a inteligência britânica faz análises contínuas para manter a segurança nacional e que não há indícios de ataque direto ao território britânico. Ele também destacou que o Reino Unido não pretende se envolver em uma escalada militar desnecessária.

Agressão em Diego García

O ataque ocorreu antes de Londres ampliar o uso de bases britânicas por operações dos Estados Unidos, permitido para ações contra alvos iranianos no estreito de Ormuz. O Irã havia avisado sobre a participação britânica em operações militares contra ele.

Segundo informações das forças de Defesa de Israel, Teerã poderia ter capacidade para chegar a Europa. Um gráfico divulgado por autoridades israelenses sugeria que mísseis iranianos teriam alcance suficiente para Londres, Paris ou Berlim, caso usados em ataques de longo alcance.

Potencial de defesa e contexto internacional

Especialistas ouvidos pela imprensa destacam que, mesmo com potencial de alcance, é improvável que um projétil alcance o território britânico, pois enfrentaria várias redes de defesa. O Reino Unido faz parte da Defesa de Mísseis Balísticos da OTAN, com sistemas em países como Polônia e Romênia.

Entre os dois projéteis lançados, um teria sido interceptado, possivelmente por outro míssil de uma embarcação dos EUA, enquanto o segundo caiu a cerca de 650 quilômetros da base conjunta no Índico, onde há dezenas de militares britânicos.

Agenda diplomática e consequências

Días depois do ataque, Starmer conversou com o ex-presidente Donald Trump, em tom considerado construtivo, sobre a necessidade de desbloquear o estreito de Ormuz para estabilidade do mercado de energia global. A conversa durou cerca de 20 minutos.

Posteriormente, o governo britânico informou que o país mantém o reforço de sua cooperação com os EUA e avalia medidas para mitigar impactos no custo de vida. Uma reunião do gabinete COBRA foi convocada para discutir impactos econômicos e de segurança.

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