- Lula, durante fórum da Celac em Bogotá, criticou os Estados Unidos por invasões a outros países.
- Disse que há uma nova “colonização” dos países mais fracos e manifestou preocupação com minerais críticos e terras raras.
- Afirmou que não se pode permitir intromissões que ousem ferir a integridade do Brasil e de nações vizinhas.
- Criticou a passividade do Conselho de Segurança da ONU para resolver conflitos ao redor do mundo, citando Gaza, Iraque, Líbia, Ucrânia e Irã.
- Reforçou a ideia de que quem tem mais canhões, navios e dinheiro se acha dono do mundo.
Durante o Fórum da Celac, em Bogotá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou invasões de países pelos Estados Unidos e questionou o papel do Conselho de Segurança da ONU. A fala ocorreu sem mencionar nominalmente o presidente dos EUA da época.
Lula afirmou que não se pode permitir que um país invada outros e destacou uma nova “colonização” de nações mais fracas, especialmente aquelas com minerais críticos e terras raras. A preocupação é com interferências externas que possam comprometer a soberania.
O presidente ressaltou que países detentores de tais recursos podem buscar maior autonomia, citando a necessidade de respeitar a integridade territorial das nações. Ele enfatizou que a soberania deve prevalecer, sem intromissões externas.
Sobre o Conselho de Segurança da ONU, Lula disse estar indignado com a passividade ante conflitos em várias regiões. Ele citou Gaza, Iraque, Líbia, Ucrânia e Irã, afirmando que muitos conflitos são resolvidos por guerra e por poder.
A declaração ocorreu em meio a debates entre líderes da América Latina, Caribe e África, que discutiam condições políticas e econômicas regionais. A posição foi apresentada como defesa da soberania e de soluções que não envolvam agressões.
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